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Grãos de Areia nascendo!

terça-feira, 3 de março de 2015


 
Sabe quando você está tão feliz que não cabe em si? Hoje é um dia assim!

Eu já tinha muitos motivos para estar feliz hoje, meu filho tirou notas boas na prova, o marido foi elogiado pelo maravilhoso trabalho como diretor de projeto, minha mãe chega hoje para me visitar, depois de 1 ano sem vê-la, daqui 2 dias completo 10 anos de casada com minha alma gêmea e melhor amigo... Mas aí vem aquela notícia que te transborda: meu livro está pronto para impressão!

E sabe quanta luta e insistência isso significa?

Dirigindo com um Gremlin.

sábado, 19 de outubro de 2013



Faz alguns anos que venho lutando com o monstro do medo de dirigir. Esse monstro não foi sempre assustador, nem sempre esteve lá, ele foi se instalando com o passar dos anos, vindo da falta de prática e muita falta de autoconfiança com a direção. Um medinho no começo, que foi crescendo até se transformar num monstro que toma conta da minha vida e assombra minha liberdade.

Sim, minha vida é regida muitas vezes por esse medo, pois ele decide que não posso sair a hora que quero, para fazer o que quero ou preciso, a menos que eu possa fazê-lo a pé ou com o marido na direção. Mas que atrevimento desse monstro malvado! Quem é que decide, afinal, a hora que eu devo fazer as coisas e como?

Sonhos de insônia

quinta-feira, 28 de fevereiro de 2013


foto de http://www.gwoltal.myfastmail.com/files/Dreams%20Book

De malas fechadas e espírito alvoroçado, preparo-me para mais uma viagem de volta às raízes.

Há um ano atrás eu fazia o mesmo percurso até o Brasil, porém com pouco menos ansiedade que hoje. Essa ansiedade não se encontra no medo de avião, ou nas vinte e quatro horas de correria, de casa ao aeroporto, de um aeroporto a outro, depois mais outro e novamente de carro até em casa, tudo com duas crianças para acompanhar - hoje ainda tem o marido de quebra, para tranquilizar. Não é isso que me tira o sono e faz pensar de madrugada, quando o som do resto do mundo é menor que os da minha cabeça e qualquer pensamento transforma-se em altos gritos para me alertar. Dessa vez, gritam esperanças de um começo, de uma estréia.

Medo de dirigir, pavor...

sexta-feira, 1 de junho de 2012


Como algo tão irracional pode tomar conta da vida de uma pessoa?

Eu ando por aí e vejo pessoas dirigindo como se fosse nada, despreocupadas, relaxadas... Como? A coisa mais estressante que existe é dirigir!

Não foi sempre assim, meu professor de auto-escola dizia que eu era ótima nisso e eu gostava de dirigir. Mas com o tempo, fui pegando medo, acreditando na minha incapacidade, perdendo toda a confiança no que eu sabia e sendo tomada por esse medo, que foi subindo pelas pernas e amarrando cada reflexo, cada sentimento bom quanto a dirigir, colocando em minha cabeça imagens contorcidas e irreais sobre o quanto eu não sou capaz.

Lente do amor.

sexta-feira, 5 de agosto de 2011



Para quem não leu o meu último texto, "Eu e o monstro", falei sobre minha insegurança e de como me sinto em vários momentos na minha vida, inclusive agora. Medo do que vem pela frente e sensação de ser uma pessoa fraca.
Nunca me enxerguei como uma mulher forte, na verdade me sinto bem pequena por diversas vezes, não só pelo fato de medir 1,53m, mas também por esse sentimento de ser minúscula diante dum mundo tão grande.
Meu marido lê meus textos, sempre que pode, antes de serem colocados no blog, e ele é meu leitor mais exigente, fala o que acha que não está bom, ou se sente falta de alguma explicação. Diria que ele é um ótimo controle de qualidade.
Quando ele leu meu texto essa semana e o quanto me sinto insegura, sua reação foi diferente, ficou pensativo e por fim disse:
-Está ótimo, mas não é verdade.- Sério e direto.
Eu precisei de um segundo, balancei a cabeça e perguntei:
-Como assim não é verdade? Eu me sinto assim, descrevi cada sentimento meu! Eu sou assim.
Mas ele discordou e começou a me dizer o que ele vê, meu portifólio de grandes feitos corajosos, para o qual nunca olhei. Começou me provando que não posso ser insegura, pois em uma briga sempre me agarro ao que eu sei e acredito. - Certo, sou boa de briga, mas não quer dizer que sou segura. - Depois mostrou-me o significado de ser uma pessoa insegura. - Uma pessoa insegura não tem onde se segurar, não sabe no que acreditar e não tem opiniões próprias formadas. - E então mudou minha vida, outra vez, dizendo o que jamais ouvi e enxerguei:
 - Amor, como você pode ser insegura se quando não tínhamos nada para nos segurar, nos seguramos em nós mesmos, no que sabíamos e acreditávamos, para que pudessemos convencer outros e vencer obstáculos? Quando não sabíamos como poderíamos nos ver novamente ou quando, você estava tão segura de si, que seus pais apoiaram. Não foram outras pessoas, foi você e sua segurança que nos trouxe aqui! Você sabia o que queria, nós juntos, os filhos, a casa... Você soube a hora de ir para o Brasil tentar e estava segura na hora de voltar para a Hungria. Eu, muitas vezes me seguro em você! Você sabe melhor que ninguém onde quer chegar e chega lá.
As palavras dele me calaram. Foram vários os exemplos, mas eu estava tão confusa... Senti uma emoção diferente, vontade de chorar e orgulho de mim mesma, como se ele estivesse me apresentando a um novo "eu". Seria eu essa pessoa forte de quem ele estava falando? Eu reconhecia os fatos, mas nunca vi aquela personagem, aquela heroína que ele enxergou desde o começo. Eu precisei de tempo para pensar em mim como aquilo tudo que ele me contou. E por que eu não me enxerguei assim nunca? Por que ainda é difícil enxergar?
Engraçado que a Carolina que ele apresentou foi a que sempre sonhei em ser. Fiquei pensando se ela realmente existe dentro de mim, se está esperando o momento que eu acredite nela para tomar seu lugar no meu espelho também, onde meus olhos também seriam hábeis para ver o que os do meu marido vêem há tanto tempo. E que revelação seria ver essa Carolina gigante, em contraste com a baixinha tímida que conheço...
As pessoas acham que conhecem a si mesmas, mas vem um olhar de fora, uma lente diferente, que vê além do que elas mesmas sentem, por baixo de roupas, pele, sentimentos e frustrações, a alma pura de como deveria ser se não estivessem ali os medos e todo o lixo que elas vão acumulando durante a vida, tudo de mal que falam delas e que acabam acreditando...
Pessoas de muita sorte as que tem um raio X como o meu, uma lente do amor, para levantá-las nos momentos de fraquezas e mostrar-lhes uma imagem revolucionária, alguém que nem elas e nem outros no mundo acreditariam que existe. Alguém que mostra o tipo de pessoa que você pode ser, se buscar aquilo que ele enxerga no fundo do seu lago turvo. Um ídolo de você mesma para seguir.
Obrigada amor, por enxergar minha alma. Em VOCÊ é que me seguro, minha fonte de força. E se sou tudo isso o que você vê, é possível somente por um motivo, por estar ao seu lado e ter, como força, o seu amor. Você me dá motivos para lutar e, com sua lente mágica, me mostra o tipo de pessoa que posso ser.

Nua e Crua.

terça-feira, 15 de março de 2011

Criar um blog na internet não foi uma tarefa tão fácil quanto pensei que seria. As dificuldades vão além dos obstáculos colocados pela falta de conhecimento na área.
Foram algumas horas tentando descobrir como funcionava e mais outras horas pra deixar do jeito que eu queria. Escolher papel de parede, fazer o papel ficar ali, onde foi escolhido, pausas para respirar fundo, entrei numas dez janelas que me levavam ao mesmíssimo lugar e parei de bater no meu teclado assim que percebi que havia perdido a cabeça... respira... meu perfil não ficava do jeito que eu queria e voltei umas três vezes a estaca zero... sentia minha face queimar... não é possível, todo mundo tem blog e nem precisa de diploma! Não conseguia fazer com que meu texto, já prontinho e esperando, ficasse no seu devido espaço, fui obrigada a xingar a porcaria de tecnologia incompreensível e inútil, quando na verdade era eu que precisava de um tapa na cabeça...

Medo medo medo...

sexta-feira, 11 de março de 2011

Escrever, escrever... Só pensei em escrever e deixar que os outros leiam meus pensamentos e confissões mais íntimos. Decidi ser escritora e descobri que seria terrivelmente feliz com essa decisão. Que idéia brilhante! Palavras impressas e lidas... realmente uma vida glamurosa... Sempre amei escrever pra mim mesma, ou simplesmente para animar minhas amigas, para contar minhas aventuras e idéias malucas... Mas não tinha parado pra pensar o quanto seria difícil realizar essa decisão... Como ser uma escritora? Por onde começar?
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