Desde
sempre - talvez por minha mania com filmes românticos, letras de música melosas
e poesias ou simplesmente pela natureza romântica de minha essência – fui inclinada
a acreditar em destino. Coincidências e fatos secos nunca tiveram crédito em
meu vocabulário, o que pode vir a me dar um título comum de sonhadora. Por
algum motivo, sempre acreditei na magia da vida como explicação para tudo o que
acontece e no amor, como função maior da existência humana. Que missão poderia
ser maior do que aprender a amar e ser amada? Carreira? Não, nunca acreditei na
carreira como parte do plano de vida e sim como instrumento para alcançar o que
realmente importa. Os céticos que me perdoem, mas, como porta-voz dos
sonhadores, tomo a carreira como peça de importância inferior a procura e
dedicação ao grande amor. Sim, grande amor, daqueles que parecem até bobos e
exagerados aos olhos desses mesmos céticos, mas que converte em um segundo,
esses mesmos olhos, ao mergulhar acidentalmente
em outros com tal sentimento.
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Terapia do amor
sexta-feira, 14 de dezembro de 2012
Postado por Unknown
Num
casamento, uma das coisas mais importante é saber renovar e manter a paixão
entre o casal. Com o tempo, nos acostumamos com a presença daquela pessoa que nos tirava o
ar e fazia tudo parecer iluminado logo que víamos. Não me entendam mal, ainda
espero ansiosa o final do dia de trabalho e meu coração ainda dispara de
felicidade ao ver o carro estacionando na frente da casa e se tem algo que
fazemos muito bem, é isso: manter a paixão acesa. Mas é algo se deve-se lembrar
de cuidar, uma florzinha delicada que precisa da luz, da chama, para despertar todos
os dias.
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Zsombor
Voltas na calçada.
sexta-feira, 16 de novembro de 2012
Postado por Unknown
Sonhei com
a infância no Brasil. Minha infância de “Sítio do pica-pau amarelo”, no sítio dos
meus avós, lugar onde todos os finais de
semanas e férias, eu, meu irmão e meus primos, criávamos aventuras incríveis dentro de um mundo mágico e cheio de poderes sobrenaturais.
O sítio era o mundo onde existiam portais para outros planetas, monstros, fadas, fantasmas, anjos e o bicho que tínhamos mais medo: O bicharraco. O bicharraco foi inventado pela minha avó, para que entrássemos na casa quando estava para escurecer e ela já havia gritado dez vezes, ouvindo sempre como resposta "mais um pouquinho", "já vai"... Então ela gritava - Olha o bicharraco! - e nós voávamos para dentro, com medo até de olhar pra trás.
Renúncias
quinta-feira, 11 de outubro de 2012
Postado por Unknown
Não quero
uma vida de renúncias, quero uma vida de escolhas!
Não
renuncio a nenhuma possibilidade e sempre escolho o que me parece melhor, o que
me faz mais feliz, mais inteira, o que me deixa mais possibilidades para chegar
as outras opções desejadas também.
A
felicidade de um grupo (uma família, uma sociedade), começa sempre pela
própria. Só quem é feliz, pode espalhar felicidade. Assim como, só quem sabe,
pode espalhar sabedoria. Renúncia é arma para exércitos comandados, para soldados
que aprendem a fazer o que mandam, até matar sem pensar. Eu não renuncio à
minha opinião, à minha vontade própria.
Ser pai.
domingo, 12 de agosto de 2012
Postado por Unknown
Pai, para
cada um traz um significado, um sentimento, uma lembrança diferente.
Pra mim, vem
com muitos significados maravilhosos, sentimentos gratificantes e lembranças
únicas, com os exemplos lindos do pai que foi meu avô, dos pais que, para mim, sempre
foram meus tios, do meu paizão - que arranjava tempo para brincar conosco,
soltar pipa, fazer piada, ler estórias imitando a vóz dos personagens, que deu
exemplos de honestidade e de que, sim, é possível vencer na vida por caminhos
éticos e que sempre se derreteu com meus abraços e beijos, não conseguindo,
assim, dizer não, nem quando não estava morrendo de vontade de me levar e
buscar da discoteca as quatro da madrugada - e do pai que meu marido se tornou.
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Pai
Para chuva! É uma ordem!
sábado, 28 de julho de 2012
Postado por Unknown
Calor
abafado, sorvete, núvens cinzas no céu...
-Chegamos
em casa bem em tempo... – comento e depois penso melhor... Tempo do que? De não
se refrescar com a chuva de verão? Como eu gostava de tomar banho de chuva
quando criança, nesses dias quentes quando minha mãe olhava pra gente e dizia:
Vai, pode ir...
Logo
grandes pingos começam a cair, primeiro lentos e volumosos, depois vai
aumentando a quantidade até parecer um grande chuveiro, com cheiro de grama
fresca, terra molhada e gosto de infância. Sugiro aos meus filhos que corram
pra fora e tomem um banho bem gostoso na chuva breve e intensa, quente e
cheirosa.
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O pequeno livro da essência
sábado, 14 de julho de 2012
Postado por Unknown
Letras, palavras, frases, um código desconhecido e
intrigante, remetendo a outros tempos, outros lugares, aventuras, sonhos,
fantasias...
Vejo meu filho pra lá e pra cá, dia após dia, com um
livrinho ou outro na mão. Ele senta-se na poltrona ao lado da estante de
livros, pega um dos novos gibis do Tintin (papai comprou todos que viu pela
frente, já que os meninos gostaram tanto) e começa a brincar de ler. Aos quase
quatro anos de idade eu reconheço nele a vontade de ler que eu tinha, o
interesse pelos códigos misteriosos que revelam incríveis estórias, segredos
guardados somente para quem os sabe ler.
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Sonhos não morrem, adormecem...
sexta-feira, 25 de maio de 2012
Postado por UnknownPassaram-se então, 2 meses de Brasil...
sexta-feira, 18 de maio de 2012
Postado por Unknown
Uma longa
viagem de ida, mais de 30 horas de casa a casa, sem o marido, que ficou
trabalhando (alguém tem que ganhar dinheiro nessa casa, como ele mesmo diz)
passando por conexão
em aeroporto, com direito a adquirir uma virose (eu e o meu menorzinho) e
passar com ânsia de vômito o vôo de 11 horas... Chegamos vivos, o que é mais importante.
Do que a felicidade é feita?
sexta-feira, 9 de dezembro de 2011
Postado por UnknownSorte ou coragem? E essas são tão diferentes assim, ou podem ser confundidas? Creio que esses dois fatores causem sim confusão na cabeça de muita gente, apesar de sua definição tão distinta.
Sorte é algo que te acontece, independente de suas decisões, ela simplesmente vem e arruma sua vida, faz todo o trabalho, sem que você precise se preocupar, ou pegar responsabilidade. Parece-me algo bem fictício, como conto de fadas ou estória de pescador, mas é algo bonito de se acreditar e desejar. Quem não deseja sorte? Já a coragem, depende totalmente de você e de suas ações. A coragem é a virtude de quem pega as rédias da vida na mão e não deixa nos braços da sorte, com sua incerteza perfeita. A coragem é se responsabilizar por quem você é e ditar os caminhos de sua vida, saber que tudo o que ocorreu é resultado de suas ações e predisposições.
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Nas reticências do amor.
sexta-feira, 2 de dezembro de 2011
Postado por UnknownNão consigo dormir, abro meus olhos e sinto sua respiração, quente e tranquila. Nunca gostei de respirar o mesmo ar que outras pessoas, quando criança costumava virar a cara quando dormia na cama com meus pais, ou meu irmão, ou primos, mas o ar que vem de você cheira algo entre chuva e manhã de primavera. Talvez seu perfume tenha sido feito especialmente para mim e por isso me embreaga e faz meu coração bater forte.
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No livro da vida.
sexta-feira, 25 de novembro de 2011
Postado por UnknownPara variar eu estava pensando na vida, na minha, na da minha família, na do resto do mundo e no que o mundo pensa da minha vida. Pensei também sobre as coisas que escrevo ou falo, sempre tão otimistas. Sou mesmo esse poço de otimismo? Essa sorte ambulante que tem uma vida perfeita? Eu abro meu livro para o mundo com que conteúdo?
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Para escrever sobre amor...
sexta-feira, 10 de junho de 2011
Postado por UnknownPara escrever sobre amor, para escrever sobre sentimento, vida, sonhos, felicidade, realidade, preciso escrever sobre você, a pessoa que me ensinou o sentido dessas palavras e mais uma série de outras também. Poderia escrever um dicionário de você, com vários verbos, substantivos e adjetivos que tenham apenas um significado: Zsombor(pronuncia-se Jombor).
Obra prima da lembrança.
sexta-feira, 25 de março de 2011
Postado por Unknown
Semana passada fizemos uma viagem de quatro dias, eu, Zsombor e os meninos.
Aproveitei esse tempo para gravar algumas imagens em minhas lembranças. Tenho essa mania, sempre que posso, principalmente com relação aos meninos, tento gravar coisas pra mim mesma. Não são coisas que se possa gravar com uma câmera, gosto de enxergar as peculiaridades de cada um, gravar o cheiro e a sensação do momento, colocar tudo em uma caixinha pra poder pegar em outra ocasião e olhar novamente, como uma foto 3D, que além das imagens, mostram-me sentimentos.
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