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Os dilemas de Hunor

quarta-feira, 21 de outubro de 2015


 
Hunor, meu filho caçula, é puro sentimento. As pessoas vivem dizendo que ele tem alma de artista. Ele tem muito interesse por música, teatro, filmes, dança... e vive a sonhar.

Brasil, uma breve visita.

quarta-feira, 5 de agosto de 2015



E um mês nunca passou tão rápido quanto este...

Em julho, depois de mais de 2 anos, finalmente visitei meu Brasil, minha cidade, minha linda família e meus muitos amigos.

Normalmente, em minhas visitas ao Brasil, os dias de semana passam tranquilos e os finais de semana são sempre cheios de encontros entre família e amigos. Dessa vez, foi um pouco diferente, pois tratou-se de uma nova fase em minha vida: eu escritora, realizando meu sonho e trabalhando muito para isso.

Brincando com o tempo

terça-feira, 6 de janeiro de 2015



As crianças e o tempo. Eles têm uma relação totalmente diferente da nossa, de adulto, que mal vemos as horas passarem. Quando percebemos o dia já acabou, numa piscada lá se foi a semana, o ano... anos...

O tempo espera a criança, como se apreciasse cada brincadeira e sonho que cabe nos intermináveis segundos que, para ela, preenchem um minuto. Em um ano cabe uma vida inteira de histórias e aventuras, uma vida muito longa para que o começo seja lembrado. Não são eles que olham as horas, são as horas que os admiram, boquiabertas e paradas, lentas e despreocupadas, apenas curtindo aquela risada estridente ou a pérola que acaba de ser dita. E quantas pérolas... As crianças têm pensamentos incríveis! Livres de todos os padrões impostos pela lei do homem ou da natureza.

Voltas na calçada.

sexta-feira, 16 de novembro de 2012



Sonhei com a infância no Brasil. Minha infância de “Sítio do pica-pau amarelo”, no sítio dos meus avós,  lugar onde todos os finais de semanas e férias, eu, meu irmão e meus primos, criávamos aventuras incríveis dentro de um mundo mágico e cheio de poderes sobrenaturais. 


O sítio era o mundo onde existiam portais para outros planetas, monstros, fadas, fantasmas, anjos e o bicho que tínhamos mais medo: O bicharraco. O bicharraco foi inventado pela minha avó, para que entrássemos na casa quando estava para escurecer e ela já havia gritado dez vezes, ouvindo sempre como resposta "mais um pouquinho", "já vai"... Então ela gritava - Olha o bicharraco! - e nós voávamos para dentro, com medo até de olhar pra trás.

Ser pai.

domingo, 12 de agosto de 2012



Pai, para cada um traz um significado, um sentimento, uma lembrança diferente.

Pra mim, vem com muitos significados maravilhosos, sentimentos gratificantes e lembranças únicas, com os exemplos lindos do pai que foi meu avô, dos pais que, para mim, sempre foram meus tios, do meu paizão - que arranjava tempo para brincar conosco, soltar pipa, fazer piada, ler estórias imitando a vóz dos personagens, que deu exemplos de honestidade e de que, sim, é possível vencer na vida por caminhos éticos e que sempre se derreteu com meus abraços e beijos, não conseguindo, assim, dizer não, nem quando não estava morrendo de vontade de me levar e buscar da discoteca as quatro da madrugada - e do pai que meu marido se tornou.

Para chuva! É uma ordem!

sábado, 28 de julho de 2012



Calor abafado, sorvete, núvens cinzas no céu...

-Chegamos em casa bem em tempo... – comento e depois penso melhor... Tempo do que? De não se refrescar com a chuva de verão? Como eu gostava de tomar banho de chuva quando criança, nesses dias quentes quando minha mãe olhava pra gente e dizia: Vai, pode ir...

Logo grandes pingos começam a cair, primeiro lentos e volumosos, depois vai aumentando a quantidade até parecer um grande chuveiro, com cheiro de grama fresca, terra molhada e gosto de infância. Sugiro aos meus filhos que corram pra fora e tomem um banho bem gostoso na chuva breve e intensa, quente e cheirosa.

O pequeno livro da essência

sábado, 14 de julho de 2012



Letras, palavras, frases, um código desconhecido e intrigante, remetendo a outros tempos, outros lugares, aventuras, sonhos, fantasias...

Vejo meu filho pra lá e pra cá, dia após dia, com um livrinho ou outro na mão. Ele senta-se na poltrona ao lado da estante de livros, pega um dos novos gibis do Tintin (papai comprou todos que viu pela frente, já que os meninos gostaram tanto) e começa a brincar de ler. Aos quase quatro anos de idade eu reconheço nele a vontade de ler que eu tinha, o interesse pelos códigos misteriosos que revelam incríveis estórias, segredos guardados somente para quem os sabe ler.

A vida num filme

sexta-feira, 16 de setembro de 2011

O Sol vai caindo no horizonte. Daqui do parque, no meio das montanhas, eu só vejo sua luz extremamente amarela, banhando toda paisagem de dourado, tornando visíveis teias de aranhas e pequenos flocos de poeira, que pairam sorrateiros pelo ar. As árvores brilham, disfarçando seus galhos e troncos opacos e do escorregador eu só vejo a silhueta escura. A paisagem lembra algum filme de fantasia, onde vivem duendes e animais mágicos, como um unicórnio, que combinaria muito aqui se saísse do meio da floresta que beira o parque. A Hungria e seu ar de magia, que de tempos em tempos nos remetem a tempos antigos, nos traz pessoas queridas, nos leva a lugares mágicos... Será que todos enxergam isso? Será que alguém, além de mim, olha além da paisagem concreta e viaja no tempo?

Tic tac tic tac... corre corre corre...

sexta-feira, 1 de julho de 2011

Como escrever com 2 crianças gritando no seu ouvido e milhões de afazeres ocupando sua atenção?
Deveria existir um guia sobre isso...
Estou eu aqui, às vésperas de postar meu novo texto... mas que texto?
Marido viajando a negócios e crianças gritando e brigando sem parar, atirando coisas pelo ar e eu cansada de falar "não" e "pára"...

Blogagem Coletiva: Quem cuida dos nossos filhos. (Hungria)

segunda-feira, 20 de junho de 2011

Quem cuida?
Eu, eu, eu, papai, eu, eu, papai, eu, eu, eu, sogra, eu...
Aqui em casa é mais ou menos isso, sou eu durante o dia todo, meu marido me ajuda em tudo depois do trabalho, até mesmo trocar fralda, não deixa nenhum assunto de lado, ele é uma grande ajuda realmente, ainda mais agora que dei de escrever.

Obra prima da lembrança.

sexta-feira, 25 de março de 2011

   Semana passada fizemos uma viagem de quatro dias, eu, Zsombor e os meninos.
   Aproveitei esse tempo para gravar algumas imagens em minhas lembranças. Tenho essa mania, sempre que posso, principalmente com relação aos meninos, tento gravar coisas pra mim mesma. Não são coisas que se possa gravar com uma câmera, gosto de enxergar as peculiaridades de cada um, gravar o cheiro e a sensação do momento, colocar tudo em uma caixinha pra poder pegar em outra ocasião e olhar novamente, como uma foto 3D, que além das imagens, mostram-me sentimentos.
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