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Brincando com o tempo

terça-feira, 6 de janeiro de 2015



As crianças e o tempo. Eles têm uma relação totalmente diferente da nossa, de adulto, que mal vemos as horas passarem. Quando percebemos o dia já acabou, numa piscada lá se foi a semana, o ano... anos...

O tempo espera a criança, como se apreciasse cada brincadeira e sonho que cabe nos intermináveis segundos que, para ela, preenchem um minuto. Em um ano cabe uma vida inteira de histórias e aventuras, uma vida muito longa para que o começo seja lembrado. Não são eles que olham as horas, são as horas que os admiram, boquiabertas e paradas, lentas e despreocupadas, apenas curtindo aquela risada estridente ou a pérola que acaba de ser dita. E quantas pérolas... As crianças têm pensamentos incríveis! Livres de todos os padrões impostos pela lei do homem ou da natureza.

Alguns momentos.

sexta-feira, 22 de junho de 2012



Fim de junho, 23 e 26... Quanto a gente esperava essa data quando crianças, não é?

Ter as datas tão próximas e compartilhar a festa, nos deu a oportunidade de aprender e planejar juntos. Nós planejávamos tudo, lembra?

Ficávamos o ano inteiro pensando em que tema seria a nossa festa de aniversário e depois comunicávamos à mãe, que preparava todos os enfeites sozinha e ainda fazia bolo com cara de pato Donald e Margarida, ou qualquer outra coisa que pedíssemos... Não tínhamos idéia de quanto trabalho dava, e o quanto era especial o que ela fazia por nós, pra gente era natural tudo enfeitado no aniversário.

Feliz aniversário pra nós dois!

sexta-feira, 24 de junho de 2011

Era uma vez, uma menininha de cabelos pretos e fininhos e que usava chiquinhas, que ganhou de aniversário um presente muito especial, um irmãozinho. A partir desse dia seus aniversários também ganharam um significado muito mais especial...
Sim, essa menininha sou eu e meu irmão chegou 3 dias antes do meu aniversário de 2 anos. Como presente, eu pude carregá-lo no colo assim que ele chegou do hospital e esse presente é a imagem mais antiga que eu tenho. Lembro-me exatamente da cena: eu sentada, rodeada de adultos prontos para pular, caso eu fizesse um movimento suspeito, com ele no colo, pequenininho e enrolado em cobertores. Lembro da sensação de orgulho e felicidade por segurar aquela coisinha pequena. As imagens são apenas alguns flashs de lembrança, mas estão lá e marcam uma das coisas mais importantes que aconteceram na minha vida, meu irmão Daniel.
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