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A minha realidade.

quarta-feira, 2 de outubro de 2013


Texto lançado no blog Curta Crônicas com o tema proposto: Imagem - Realidade X Internet.

"Há uns dias atrás me deparei com um desses recados compartilhados da rede, que mostrava duas fotos, uma, considerada muito bonita pelos padrões de beleza mundial, a outra, considerada feia por esses mesmos padrões. Acima exibiam títulos: foto de perfil, foto real.
Fiquei pensando naquilo.
O que é a realidade? É algo que todos dizem pra você como é ou é a maneira que você vê?"

Para ler mais: A minha realidade.

Caminhando.

terça-feira, 17 de setembro de 2013



E a vida se abre em um novo caminho…

Primeiro a proposta, uma felicidade repentina... Comemoração... E então um medo desses que travam tudo: a respiração, a inspiração, a opinião…

Fiquei sem saber o que dizer, o que escrever… Preferi abster-me do tema. A bagunça de sentimentos foi enorme e explodiu em mistos de sentimentos e ondas entre positivo e negativo.

Depois de todo fim...

terça-feira, 10 de setembro de 2013


É com muita honra que anuncio fazer parte da equipe do "Curta Crônicas". Um blog feito por cronistas muito talentosos e que há algum tempo eu acompanho.

Minha estréia foi com a crônica "Depois de todo fim..."

E tenho orgulho de dizer que a repercussão dela foi tão boa que essa crônica foi publicada no jornal impresso "Diário de notícias", de Linhares - ES. http://po1.dominiotemporario.com/Diariodenoticias/DN-101.pdf

Boa leitura!

Passo a passo.

quinta-feira, 27 de junho de 2013


Sigo com meus pequenos passos, calçando apenas 34. A distância do objetivo nunca me assustou, assusta-me não tê-lo.

E quantas vezes já me aconteceu de olhar pra frente e ver um ponto beeem distante, chamado de meta ou sonho?

O melhor e o pior de mim

quinta-feira, 25 de abril de 2013


photo from: http://canto-cigano.blogspot.com.br/2011/10/nem-piornem-melhoriguais-by-dany.html

Ser feliz tem seu preço?

Das coisas estúpidas que carrego comigo, uma delas é a crença de que minha felicidade tem um preço. Sou feliz a maior parte do tempo e nesses dias em que estou triste, esses dias contados já há mais de semanas quando estou longe de minha metade, eu chego a acreditar que é merecido, é minha parte de tristeza obrigatória por ano.

Mas que besteira é essa? Por que eu seria punida por ser feliz? Por que me sentiria culpada por ser mais feliz que muitos?

Tudo mudou...

terça-feira, 2 de abril de 2013


Photo from: http://www.paixaoeamor.com/

“... e a partir daí, tudo mudou...”

A frase que muitas pessoas temem, que traz como companheiro o maior dos medos do ser humano: o desconhecido.

Mudanças sempre vem com ansiedade e preocupação, no entanto, também podem ser acompanhadas de libertação, de solução, de novos sonhos, sonhos realizados...

Ao mudarem, as coisas costumam parecer turvas, disformes, ameaçadoras... Os maiores e mais aterrorizantes monstros sempre foram aqueles que vem do escuro, os que não vemos ou só enxergamos as sombras, no jogo de luz que aumenta e molda em padrões alarmantes. A luz do sol não mata o vampiro porque o queima e sim, porque o exibi, mostrando que visto de perto, não assusta tanto assim. Do mesmo modo é mudar algo na vida, assim é mudar de vida. O imprevisto assusta e é preciso de coragem para vê-lo de perto.

Desconexa

quinta-feira, 21 de fevereiro de 2013


Foto de Jacob Sutton (de acordo com o Google)

Observo o imaculado branco do papel eletrônico aberto a minha frente, sem saber o que escrever, sem ter idéias claras do que penso hoje, como se eu não estivesse aqui, não ocupasse esse corpo.

Uma núvem densa atrapalha a concentração e faz tudo parecer confuso. Engraçada essa percepção de sentir somente a sombra do que eu penso ou sou. Começo a ler meu livro e meio às palavras coloco imagens do dia, do passado ou dos planos, faço listas e viajo, às vezes sinto que li o vazio, palavras que voaram a minha frente e passaram despercebidas, mesmo sem ter outra coisa para pensar, apenas um vazio…

Terapia do amor

sexta-feira, 14 de dezembro de 2012


Photo from: http://www.diariodecasal.com.br/posts/o-tempo-e-o-melhor-amigo-do-amor-e-das-relacoes-em-geral/


Num casamento, uma das coisas mais importante é saber renovar e manter a paixão entre o casal. Com o tempo, nos acostumamos com a presença daquela pessoa que nos tirava o ar e fazia tudo parecer iluminado logo que víamos. Não me entendam mal, ainda espero ansiosa o final do dia de trabalho e meu coração ainda dispara de felicidade ao ver o carro estacionando na frente da casa e se tem algo que fazemos muito bem, é isso: manter a paixão acesa. Mas é algo se deve-se lembrar de cuidar, uma florzinha delicada que precisa da luz, da chama, para despertar todos os dias.

Voltas na calçada.

sexta-feira, 16 de novembro de 2012



Sonhei com a infância no Brasil. Minha infância de “Sítio do pica-pau amarelo”, no sítio dos meus avós,  lugar onde todos os finais de semanas e férias, eu, meu irmão e meus primos, criávamos aventuras incríveis dentro de um mundo mágico e cheio de poderes sobrenaturais. 


O sítio era o mundo onde existiam portais para outros planetas, monstros, fadas, fantasmas, anjos e o bicho que tínhamos mais medo: O bicharraco. O bicharraco foi inventado pela minha avó, para que entrássemos na casa quando estava para escurecer e ela já havia gritado dez vezes, ouvindo sempre como resposta "mais um pouquinho", "já vai"... Então ela gritava - Olha o bicharraco! - e nós voávamos para dentro, com medo até de olhar pra trás.

Renúncias

quinta-feira, 11 de outubro de 2012


photo from: http://cdn1.patricinhaesperta.com.br/wp-content/uploads/2012/09/Liberdade1.jpg

Não quero uma vida de renúncias, quero uma vida de escolhas!

Não renuncio a nenhuma possibilidade e sempre escolho o que me parece melhor, o que me faz mais feliz, mais inteira, o que me deixa mais possibilidades para chegar as outras opções desejadas também.

A felicidade de um grupo (uma família, uma sociedade), começa sempre pela própria. Só quem é feliz, pode espalhar felicidade. Assim como, só quem sabe, pode espalhar sabedoria. Renúncia é arma para exércitos comandados, para soldados que aprendem a fazer o que mandam, até matar sem pensar. Eu não renuncio à minha opinião, à minha vontade própria.

Sobre os amigos.

sexta-feira, 7 de setembro de 2012



Amigos vem, amigos vão... 

Não, não é bem assim, eles não se vão! No máximo se afastam por pouco ou muito tempo, mas independente de tempo e espaço, um amigo não vai embora, ele sempre deixa um pedacinho dele com a gente, uma centelha da luz que um dia brilhou muito. Decidir ser amigo de alguém, é decidir fazer parte de sua vida.

Acorda Hungria!

terça-feira, 24 de julho de 2012




E enquanto o barco segue em frente no Danúbio, os húngaros seguem olhando para trás...

Amo a Hungria e adoro os húngaros, antes de mais nada, para deixar bem claro, mas as vezes eles  são criaturas bem estranhas e me deixam louca... Esse texto é apenas um desabafo e eu o fiz justamente porque sinto-me parte da Hungria, já tenho essa terra em tanta estima que começo a me revoltar e ficar indignada com certas atitudes.

Aos ilustradores, com carinho.

quinta-feira, 28 de junho de 2012


Essa semana foi meu aniversário. Não estou falando só para ganhar mais parabéns - embora, mesmo atrasado, seja sempre algo muito gostoso – e sim porque fez-me refletir sobre muita coisa.

Sobre envelhecer:

Tenho bem claro pra mim o que meu avô sempre dizia “Só não envelhece quem morre moço”. Ele tinha orgulho de cada ano seu e eu penso como ele, são trinta e quatro anos bem vividos, sonhados e com muitas realizações. Não tenho vergonha em dizer e não escondo nenhum dia. Cada ano um troféu, um capítulo no livro da vida. E que esse livro seja bem grosso...

A máquina do tempo.

sexta-feira, 15 de junho de 2012



Comecei a escrever meu livro.

Deixei um pouco de navegar pela internet, enxerguei que escrever um livro não é uma das coisas que da pra fazer de pouquinho, e mergulhei no meu passado. Coloquei muita coisa de lado para entrar na máquina do tempo da escrita. E a viagem promete!


Esperava apenas contar minha história, mas em poucas páginas digitadas, ja percebo que além de contar, estou revendo tudo com novos olhos, como uma espectadora atônita com cada fato, como se não soubesse a continuação, sempre me surpreendendo com o que é descrito e contado. Aparecem sentimentos de dentro de mim, que eu não enxerguei da primeira vez que passei por ali, estava muito ocupada olhando para meus objetivos, e estou enxergando agora, realmente analisando cada ação e suas reações. Revivendo tudo de uma maneira diferente, reavaliando minha atitude sobre a vida. Mergulhar no meu passado promete ser uma viagem maravilhosa, cheia de aprendizados e encantamento, redescobrindo eu mesma, meus medos e meus desejos.

Sonhos não morrem, adormecem...

sexta-feira, 25 de maio de 2012

Photo from deviantart.com

Durante minha estadia no Brasil, despertei um sonho...

Num dos churrascos de domingo, onde toda a família se reúne, um dos meus primos, Rique, comentou sobre o show que estava para acontecer durante o mês de abril, um show do Skid Row.

Passaram-se então, 2 meses de Brasil...

sexta-feira, 18 de maio de 2012


Viagem ao Brasil
Uma longa viagem de ida, mais de 30 horas de casa a casa, sem o marido, que ficou trabalhando (alguém tem que ganhar dinheiro nessa casa, como ele mesmo diz) passando por conexão em aeroporto, com direito a adquirir uma virose (eu e o meu menorzinho) e passar com ânsia de vômito o vôo de 11 horas... Chegamos vivos, o que é mais importante.

Sussurros do mar

segunda-feira, 19 de março de 2012

foto via: http://www.public-domain-photos.com 

“As ondas são anjos que vivem no mar” sempre me lembro desse poema quando chego à praia... E Álvares de Azevedo estava certo. São anjos a sussurrar, com seus braços de ondas a envolver, abraçar, puxar para mais perto, para dentro de sua imensidão. 
Seus sussurros trazem-me saudade. Saudade de tudo e de nada ao mesmo tempo, saudade da infância, brincadeiras na praia com os primos, férias e despreocupação infantil, saudade de quem está longe, saudade da minha metade, de minhas outras terras...

Brilho de cristais

quinta-feira, 16 de fevereiro de 2012

Uma coisa que todo brasileiro quer ver um dia é a neve, pelo menos creio que a maioria de nós sonhe em ver de perto, sentir sua consistência, sua temperatura...
Da primeira vez que visitei a Hungria, não consegui presenciar a neve caindo, embora tenha ficado até dezembro. Naquele ano a neve se recusou a mostrar-se para mim, talvez ela já soubesse que eu teria que voltar e que minha vontade de vê-la aumentaria, então guardou-se em suspense para me impressionar.
Um ano depois, com minha volta definitiva, partida do princípio que não poderia viver sem minha metade, meu então namorado Zsombor, ela decidiu mostrar-se toda vestida de sonho e fantasia.

Sonhando em vóz alta

sábado, 4 de fevereiro de 2012


Alguns sonhos só precisam ser ditos em vóz alta.
Há muito tempo que se esconde no coração uma vontade, algo que só você sabe que quer muito, que precisa. Essa vontade passa a todo minuto pela sua cabeça e em planos, vistos de mil ângulos, revela-se impossível. Porém esse é um dos maiores disfarces de um sonho, parecer impossível. É isso o que os sonhos fazem, escondem-se aos olhos dos céticos, fantasiam-se de absurdo e loucura.

Uma xícara de Brasil, por favor?

sexta-feira, 27 de janeiro de 2012


Depois de 11 anos morando fora do Brasil, acostumei-me com as saudades e sei lidar bem com ela, aceitei como parte de minha escolha. Porém, de tempos em tempos a saudade avisa-me como um despertador íntimo, que o tempo sem minha terra, sem minha família e amigos, já é demais...

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