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Depois de todo fim...

terça-feira, 10 de setembro de 2013


É com muita honra que anuncio fazer parte da equipe do "Curta Crônicas". Um blog feito por cronistas muito talentosos e que há algum tempo eu acompanho.

Minha estréia foi com a crônica "Depois de todo fim..."

E tenho orgulho de dizer que a repercussão dela foi tão boa que essa crônica foi publicada no jornal impresso "Diário de notícias", de Linhares - ES. http://po1.dominiotemporario.com/Diariodenoticias/DN-101.pdf

Boa leitura!

Passo a passo.

quinta-feira, 27 de junho de 2013


Sigo com meus pequenos passos, calçando apenas 34. A distância do objetivo nunca me assustou, assusta-me não tê-lo.

E quantas vezes já me aconteceu de olhar pra frente e ver um ponto beeem distante, chamado de meta ou sonho?

Pequena crônica de uma brasa-ileira

quarta-feira, 22 de maio de 2013



Ela canta alto e fala mais alto ainda, quando briga é de megafone para que sua opinião seja escutada na devida intensidade de quem põe pra fora toda mágoa e paixão. Ela é feita de raios de sol e faísca de brasa e não se esfria sem soltar fumaça.

Vivendo entre „icebergs” e flocos de neve, impossível não marcar seu rastro esfumaçando o caminho, fazendo confusão e causando estranhamento por onde passa.

Por que ela queima? Por que deixa rastro?

Tudo mudou...

terça-feira, 2 de abril de 2013


Photo from: http://www.paixaoeamor.com/

“... e a partir daí, tudo mudou...”

A frase que muitas pessoas temem, que traz como companheiro o maior dos medos do ser humano: o desconhecido.

Mudanças sempre vem com ansiedade e preocupação, no entanto, também podem ser acompanhadas de libertação, de solução, de novos sonhos, sonhos realizados...

Ao mudarem, as coisas costumam parecer turvas, disformes, ameaçadoras... Os maiores e mais aterrorizantes monstros sempre foram aqueles que vem do escuro, os que não vemos ou só enxergamos as sombras, no jogo de luz que aumenta e molda em padrões alarmantes. A luz do sol não mata o vampiro porque o queima e sim, porque o exibi, mostrando que visto de perto, não assusta tanto assim. Do mesmo modo é mudar algo na vida, assim é mudar de vida. O imprevisto assusta e é preciso de coragem para vê-lo de perto.

Enloucrescendo

quinta-feira, 14 de fevereiro de 2013



Desde sempre - talvez por minha mania com filmes românticos, letras de música melosas e poesias ou simplesmente pela natureza romântica de minha essência – fui inclinada a acreditar em destino. Coincidências e fatos secos nunca tiveram crédito em meu vocabulário, o que pode vir a me dar um título comum de sonhadora. Por algum motivo, sempre acreditei na magia da vida como explicação para tudo o que acontece e no amor, como função maior da existência humana. Que missão poderia ser maior do que aprender a amar e ser amada? Carreira? Não, nunca acreditei na carreira como parte do plano de vida e sim como instrumento para alcançar o que realmente importa. Os céticos que me perdoem, mas, como porta-voz dos sonhadores, tomo a carreira como peça de importância inferior a procura e dedicação ao grande amor. Sim, grande amor, daqueles que parecem até bobos e exagerados aos olhos desses mesmos céticos, mas que converte em um segundo, esses mesmos olhos,  ao mergulhar acidentalmente em outros com tal sentimento.

Terapia do amor

sexta-feira, 14 de dezembro de 2012


Photo from: http://www.diariodecasal.com.br/posts/o-tempo-e-o-melhor-amigo-do-amor-e-das-relacoes-em-geral/


Num casamento, uma das coisas mais importante é saber renovar e manter a paixão entre o casal. Com o tempo, nos acostumamos com a presença daquela pessoa que nos tirava o ar e fazia tudo parecer iluminado logo que víamos. Não me entendam mal, ainda espero ansiosa o final do dia de trabalho e meu coração ainda dispara de felicidade ao ver o carro estacionando na frente da casa e se tem algo que fazemos muito bem, é isso: manter a paixão acesa. Mas é algo se deve-se lembrar de cuidar, uma florzinha delicada que precisa da luz, da chama, para despertar todos os dias.

Voltas na calçada.

sexta-feira, 16 de novembro de 2012



Sonhei com a infância no Brasil. Minha infância de “Sítio do pica-pau amarelo”, no sítio dos meus avós,  lugar onde todos os finais de semanas e férias, eu, meu irmão e meus primos, criávamos aventuras incríveis dentro de um mundo mágico e cheio de poderes sobrenaturais. 


O sítio era o mundo onde existiam portais para outros planetas, monstros, fadas, fantasmas, anjos e o bicho que tínhamos mais medo: O bicharraco. O bicharraco foi inventado pela minha avó, para que entrássemos na casa quando estava para escurecer e ela já havia gritado dez vezes, ouvindo sempre como resposta "mais um pouquinho", "já vai"... Então ela gritava - Olha o bicharraco! - e nós voávamos para dentro, com medo até de olhar pra trás.

Renúncias

quinta-feira, 11 de outubro de 2012


photo from: http://cdn1.patricinhaesperta.com.br/wp-content/uploads/2012/09/Liberdade1.jpg

Não quero uma vida de renúncias, quero uma vida de escolhas!

Não renuncio a nenhuma possibilidade e sempre escolho o que me parece melhor, o que me faz mais feliz, mais inteira, o que me deixa mais possibilidades para chegar as outras opções desejadas também.

A felicidade de um grupo (uma família, uma sociedade), começa sempre pela própria. Só quem é feliz, pode espalhar felicidade. Assim como, só quem sabe, pode espalhar sabedoria. Renúncia é arma para exércitos comandados, para soldados que aprendem a fazer o que mandam, até matar sem pensar. Eu não renuncio à minha opinião, à minha vontade própria.

Sobre os amigos.

sexta-feira, 7 de setembro de 2012



Amigos vem, amigos vão... 

Não, não é bem assim, eles não se vão! No máximo se afastam por pouco ou muito tempo, mas independente de tempo e espaço, um amigo não vai embora, ele sempre deixa um pedacinho dele com a gente, uma centelha da luz que um dia brilhou muito. Decidir ser amigo de alguém, é decidir fazer parte de sua vida.

Aos ilustradores, com carinho.

quinta-feira, 28 de junho de 2012


Essa semana foi meu aniversário. Não estou falando só para ganhar mais parabéns - embora, mesmo atrasado, seja sempre algo muito gostoso – e sim porque fez-me refletir sobre muita coisa.

Sobre envelhecer:

Tenho bem claro pra mim o que meu avô sempre dizia “Só não envelhece quem morre moço”. Ele tinha orgulho de cada ano seu e eu penso como ele, são trinta e quatro anos bem vividos, sonhados e com muitas realizações. Não tenho vergonha em dizer e não escondo nenhum dia. Cada ano um troféu, um capítulo no livro da vida. E que esse livro seja bem grosso...

Minhas fases e cores.

quinta-feira, 12 de janeiro de 2012

A vida é cheia de surpresas e viradas interessantes, basta prestar um pouquinho de atenção na história de sua vida e você também irá perceber quantas lições nos são ensinadas... E quantas delas são pecebidas? Poucas, mas mesmo assim suficientes para nos transformar.
Lembrei-me esses dias, com certo humor - meio a festa de ano novo com amigos, onde todos queriam me tirar pra dançar – de quando eu era criança, com meus óculos grandes, tímida, de porte pequeno, sempre parecendo ser dois anos mais nova do que realmente era e de quando tive que dançar na escolinha, aos 5 anos e meu parzinho não queria dançar comigo.

Do que a felicidade é feita?

sexta-feira, 9 de dezembro de 2011


Sorte ou coragem? E essas são tão diferentes assim, ou podem ser confundidas? Creio que esses dois fatores causem sim confusão na cabeça de muita gente, apesar de sua definição tão distinta.

Sorte é algo que te acontece, independente de suas decisões, ela simplesmente vem e arruma sua vida, faz todo o trabalho, sem que você precise se preocupar, ou pegar responsabilidade. Parece-me algo bem fictício, como conto de fadas ou estória de pescador, mas é algo bonito de se acreditar e desejar. Quem não deseja sorte? Já a coragem, depende totalmente de você e de suas ações. A coragem é a virtude de quem pega as rédias da vida na mão e não deixa nos braços da sorte, com sua incerteza perfeita. A coragem é se responsabilizar por quem você é e ditar os caminhos de sua vida, saber que tudo o que ocorreu é resultado de suas ações e predisposições.

No livro da vida.

sexta-feira, 25 de novembro de 2011


Para variar eu estava pensando na vida, na minha, na da minha família, na do resto do mundo e no que o mundo pensa da minha vida. Pensei também sobre as coisas que escrevo ou falo, sempre tão otimistas. Sou mesmo esse poço de otimismo? Essa sorte ambulante que tem uma vida perfeita? Eu abro meu livro para o mundo com que conteúdo?

A vida num filme

sexta-feira, 16 de setembro de 2011

O Sol vai caindo no horizonte. Daqui do parque, no meio das montanhas, eu só vejo sua luz extremamente amarela, banhando toda paisagem de dourado, tornando visíveis teias de aranhas e pequenos flocos de poeira, que pairam sorrateiros pelo ar. As árvores brilham, disfarçando seus galhos e troncos opacos e do escorregador eu só vejo a silhueta escura. A paisagem lembra algum filme de fantasia, onde vivem duendes e animais mágicos, como um unicórnio, que combinaria muito aqui se saísse do meio da floresta que beira o parque. A Hungria e seu ar de magia, que de tempos em tempos nos remetem a tempos antigos, nos traz pessoas queridas, nos leva a lugares mágicos... Será que todos enxergam isso? Será que alguém, além de mim, olha além da paisagem concreta e viaja no tempo?

Comentando a vida

sexta-feira, 12 de agosto de 2011

Escrevi muitas vezes sobre a força que os comentários tem sobre mim, mas creio não ter deixado tão claro a importância de cada linha que me escrevem.
Quando criei esse blog, o primeiro blog da minha vida, eu não sabia o que esperar, nem ao menos costumava ler outros blogs. Ao criá-lo, não pensei em elogios ou apoio, eu precisava de uma maneira de medir minha escrita e críticas para melhorá-la, era "o começo". Seria minha escrita realmente boa o suficiente para que alguém perdesse tempo com alguma história que eu escrevo? Na verdade não acreditei no crescimento do meu blog, achei que receberia alguns elogios da família e algumas críticas do resto do mundo, pela prepotência de achar que escrevo bem, mas que meu público ia ficar naquilo.
Logo que publiquei meus primeiros posts fui surpreendida. Eu realmente estava recebendo elogios da família, mas isso incluia pessoas que eu não via há muito tempo, pessoas que eu não tenho idéia como descobriram meu blog e que me relacionaram ao meu avô. Meu avô era um poeta e contador de estórias, entre outras milhares de coisas que fazia muito bem, como domar cavalos, por exemplo. Ele tinha uma compreensão diferente dos acontecimentos e das pessoas, a pesar de não ter escolaridade, era um sábio e sempre que falava, todos paravam para ouví-lo, pois realmente valia a pena. Jamais tive a ousadia de me comparar com ele, a não ser pelo enorme amor pela família que eu, assim como ele, tenho e preservo. Ler em comentários essa comparação foi, com certeza, um momento alto em minha vida, uma revelação de uma centelha - mesmo que muito pequena - dele que brilha em mim. Senti a presença dele em meu ser, em alguns gestos e fundamentos das minhas reflexões. Isso fez-me pensar na minha vida pelo ponto de vista dele, o que ele diria da minha história e foi aí que escrevi "Domadora de cavalos". Esse título foi inspirado nele, que tinha orgulho de dizer que foi tropeiro e domador dos melhores, batendo no peito e mostrando sua força em plenos 80 anos de idade. Homem forte que nunca se abateu e que fez exercícios até seu último dia de vida, jamais admitindo ficar doente de cama. Meu avô tinha uma sabedoria e compreensão de vida tão grandes que escolheu a hora de morrer e apagou sem dor, quando achou que era a hora, nos braços da minha avó, como ele mesmo havia previsto que seria.
Meu irmão escreveu-me o melhor parabéns da minha vida no aniversário desse ano, quando escrevi um post de aniversário para nós dois, que temos as datas muito próximas e declarar tudo o que eu deveria ter sempre dito milhares de vezes a ele, mas que o dia a dia acaba apagando da lista de  afazeres. Meus pais declararam seu orgulho por mim mais que nunca, não que eles não o fizessem sempre, mas agora recebo um carinho deles a cada semana e vê-los emocionados com minha declaração ao meu irmão e sua resposta depois foi um presente que o blog me proporcionou. Ao escrever "Eu e o monstro", meu marido me revelou uma outra parte de mim, a imagem que eu sempre quis ver no espelho e que ele enxergou tão bem com sua "lente do amor". E foram outras inúmeras revelações feitas por parentes, amigos, desconhecidos, pessoas que também escrevem e que foram entrando no meu mundo...
Os comentários foram chegando e eu me viciando com esse relacionamento contagioso de "eu abro meu coração e vocês enchem de força". Cada nova postagem, uma espera ansiosa pelo ponto de vista de quem lê e depois de cada comentário, a surpresa em descobrir que mais gente se sente como eu, uma força gigantesca para vencer meus medos e obstáculos, descobrir novas partes de mim que eu não conhecia, fazer com que eu olhe para mim mesma e queira ser uma pessoa melhor, meu cenário todo iluminado por novos refletores, vindos de outros olhos. Eu no palco, fazendo meu monólogo, mas o mais importante: Os aplausos no final, aquele público que faz com que eu sente em frente ao computador e pense sobre quem eu sou e que impacto eu quero causar ao mundo.
Meus textos talvez não tenham o poder de mudar o mundo, mas seus comentários, com certeza, melhoram o meu. Pra que lapidar-me sozinha, se tenho a ajuda do mundo?

Medo medo medo...

sexta-feira, 11 de março de 2011

Escrever, escrever... Só pensei em escrever e deixar que os outros leiam meus pensamentos e confissões mais íntimos. Decidi ser escritora e descobri que seria terrivelmente feliz com essa decisão. Que idéia brilhante! Palavras impressas e lidas... realmente uma vida glamurosa... Sempre amei escrever pra mim mesma, ou simplesmente para animar minhas amigas, para contar minhas aventuras e idéias malucas... Mas não tinha parado pra pensar o quanto seria difícil realizar essa decisão... Como ser uma escritora? Por onde começar?

O começo.

quinta-feira, 10 de março de 2011

Toda minha vida tive como fato irrevogável que uma de minhas paixões é escrever.
Lembro-me de imaginar como seria bom escrever um livro e, antes mesmo de aprender o ABC, eu fazia intermináveis rabiscos no papel, imitando uma escrita. E que lindo, que harmônico e calmante era ver aquele desenho! Meu livro...
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