Feliz aniversário pra nós dois!

sexta-feira, 24 de junho de 2011

Era uma vez, uma menininha de cabelos pretos e fininhos e que usava chiquinhas, que ganhou de aniversário um presente muito especial, um irmãozinho. A partir desse dia seus aniversários também ganharam um significado muito mais especial...
Sim, essa menininha sou eu e meu irmão chegou 3 dias antes do meu aniversário de 2 anos. Como presente, eu pude carregá-lo no colo assim que ele chegou do hospital e esse presente é a imagem mais antiga que eu tenho. Lembro-me exatamente da cena: eu sentada, rodeada de adultos prontos para pular, caso eu fizesse um movimento suspeito, com ele no colo, pequenininho e enrolado em cobertores. Lembro da sensação de orgulho e felicidade por segurar aquela coisinha pequena. As imagens são apenas alguns flashs de lembrança, mas estão lá e marcam uma das coisas mais importantes que aconteceram na minha vida, meu irmão Daniel.

Blogagem Coletiva: Quem cuida dos nossos filhos. (Hungria)

segunda-feira, 20 de junho de 2011

Quem cuida?
Eu, eu, eu, papai, eu, eu, papai, eu, eu, eu, sogra, eu...
Aqui em casa é mais ou menos isso, sou eu durante o dia todo, meu marido me ajuda em tudo depois do trabalho, até mesmo trocar fralda, não deixa nenhum assunto de lado, ele é uma grande ajuda realmente, ainda mais agora que dei de escrever.

Era ela... Era quase ela...

sexta-feira, 17 de junho de 2011

Era ela... Era quase ela...
Com seu cabelinho branco, levemente acinzentado, já com o permanente mais soltinho, uma saia pelo joelho, da mesma cor bege - a saia de sair - e o casaquinho branco, com camisa branca por baixo... Era minha avó, com um detalhe que na hora foi esquecido, minha avó já não vive e eu estou na Hungria, no centro de Pécs...

Para escrever sobre amor...

sexta-feira, 10 de junho de 2011

Para escrever sobre amor, para escrever sobre sentimento, vida, sonhos, felicidade, realidade, preciso escrever sobre você, a pessoa que me ensinou o sentido dessas palavras e mais uma série de outras também. Poderia escrever um dicionário de você, com vários verbos, substantivos e adjetivos que tenham apenas um significado: Zsombor(pronuncia-se Jombor).

Brilho do sol, reflexos da lua.

sexta-feira, 3 de junho de 2011




Sol, calor, brilho, vida, sorrisos... Costumo dizer que sou movida a energia solar. Sempre amei o verão, mesmo enquanto morava no Brasil e via o sol brilhando alto e forte até mesmo no inverno, ininterrupto, exceto pela noite, mesmo com sua força excessiva, ardida e teimosa. Agora, aqui na Hungria, sou ainda mais devota a esse astro maravilhoso, já que passo meses vendo-o fraquinho, bem de longe, acenando com seus poucos raios, que chegam a minha pele tocando tão de leve, que mal se percebe sua presença em contraste com o branco da neve e os ventos frios. Esses me tocam com mais rapidez e fazem uma barreira congelada aos brilhos, intimidando, fazendo com que seus raios reflitam e dêem meia volta no tapete branco e silencioso, de natureza morta. Quando a neve se rende ao seu calor insistente e ele aparece com sua força, matando minha saudade de seu toque quente e acolhedor, me enche de sua energia e vida.

Lembrança, saudade, escolha, felicidade.

sexta-feira, 27 de maio de 2011

Ultimamente a saudade tem me perseguido, creio que pelo fato de saber que em duas semanas verei meus pais. Estamos tentando fazer um costume das visitas anuais deles aqui e das minhas ao Brasil. Digo tentativa porque depende também de fatores mais complicados do que a vontade, depende de dinheiro. Mas para nossa família, mais do que um luxo de viajar para outros continentes, tornou-se necessidade de um encontro mais breve.

Sonhos e filosofia

sexta-feira, 20 de maio de 2011

Não quero ser filósofa, nem sou psicóloga ou coisa assim. Às vezes, ao ler meus próprios textos pego-me a pensar que estou sendo pretensiosa tentando mostrar grandes lições de vida e com que direito? Desde que vivo, não tem muito tempo, creio não ser tão antiga, certas vezes ainda me sinto  uma criança... Também não sou tão sábia ou estudada no assunto. O que estou fazendo então? - Senti meu rosto corar. Minha auto-estima estava baixa enquanto pensava nessas coisas, imaginando pessoas lendo meus textos e balançando a cabeça, com olhares críticos, como os meus no momento, pensando "Quem ela pensa que é?", como eu acabara de pensar.
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