Quando fiz
meu primeiro visto de permanência, nesse país que há 13 anos me abriga, lembro-me
de ter perguntado sobre quando eu
poderia me tornar húngara e não ter mais que correr atrás de papeis, muitos
papeis. A resposta foi rápida e convicta: Nunca.
Presente do tempo
terça-feira, 25 de março de 2014
Postado por Carol Szabadkai
Texto publicado no blog Curta Crônicas.
Pensando em como eu era antes e como eu sou depois de você, entendi os tempos do viver.
Eu era passado, vivia de uma saudade de coisas que se foram.Sem caminho certo, sem a sua mão para me guiar, era sempre mais seguro – e mais bonito – olhar para trás. Vivi de lembranças e de um pensamento inútil, feito de “Como seria se…”.
Mas isso porque eu não tinha você! Meu presente era insosso, meu futuro era incerto e no passado eu era imagens…
Hungria - Carnaval e Busójárás
quarta-feira, 19 de março de 2014
Postado por Carol Szabadkai
O festival “Busójárás”(pronúncia: buchoiárásh), representa o fim do inverno e o início da primavera. O Busó é uma pessoa vestida de monstro, um monstro feito tradicionalmente com pele de animais e palha, carregando ferramentas ou “armas” também tradicionalmente preparadas, tudo é muito certinho, seguindo a cultura. Carrega consigo também sinos de ferro e matraca para passar fazendo muito barulho e assustar o frio.
Clicar AQUI para continuar a ler
ou na imagem acima.
Segurança na Hungria
Postado por Carol Szabadkai
Ultimamente estou em contato com estudantes brasileiros que pretendem vir para a Hungria em intercâmbio e a pergunta que mais respondo é: Como é a segurança na Hungria?
Bem, para um brasileiro fica até difícil de explicar porque a diferença é absurda! Eu, como brasileira, mesmo vendo, demorei para assimilar a segurança que me cercava, mas foi a questão que mais me chamou a atenção.
Ou na imagem acima.
Tique-taques
quinta-feira, 27 de fevereiro de 2014
Postado por Carol Szabadkai
Tirei
férias de mim mesma, de escrever, de ser adulta e mãe o tempo todo... Recebi a
visita da minha mãe e voltei a ser filha, no breve e valioso tempo contado de sua presença. Foram três
semanas de mimos intensos, de conversas longas com a melhor amiga, que ela
sempre foi, filmes e séries que sempre adoramos ver juntas, passeios, cafés, risos,
confissões, conselhos...
Assim que ela saiu pela porta da frente, um vazio imenso tomou conta da casa, tomou conta de mim. Coloquei-me a pensar no azar de viver longe dos meus pais, da minha família toda, e o dia todo se escureceu.
Assim que ela saiu pela porta da frente, um vazio imenso tomou conta da casa, tomou conta de mim. Coloquei-me a pensar no azar de viver longe dos meus pais, da minha família toda, e o dia todo se escureceu.
Despedida. Lágrimas. Solidão. Eu e o relógio.
À primeira vista.
segunda-feira, 16 de dezembro de 2013
Postado por Carol Szabadkai
"Peguei-me pensando em amor à primeira vista…
Como seria possível? Como pode alguém acreditar nisso? Como pude eu acreditar sempre?"
Assinar:
Postagens (Atom)


