Ele entra
lentamente, veste um casaco de couro preto, já surrado pelo tempo, um
chapeuzinho cinza, típico da idade, se vê muito desses chapéus por aqui,
aqueles que parecem uma boina. Seu andar é lento, trêmulo. Rosto marcado,
branquinho. Dirige-se ao caixa e faz seus pedidos. Pede pão e algumas
guloseimas, parece satisfeito...
Eu mexo meu
cappuccino e tento escrever algo no caderno aberto, mas sinto-me mais atraída
pela cena na cafeteria.




