Declaração
quinta-feira, 11 de setembro de 2014
Postado por Carol Szabadkai"Num final de semana, como outro qualquer, num almoço, como tantos outros que temos, eu, meu marido e meus dois filhos, de 5 e 7 anos, conversávamos sobre namoro.
Meu filho mais novo diz ter umas 10 namoradas na escolinha. Todas elas fazem desenhos pra eles, ele leva flores para elas… aquele namorinho ingênuo e puro de criança. Rimos muito com o jeitinho de conquistador deles. O mais velho está entrando na fase em que se afastam um pouco das meninas, mas ainda mantém uma ou duas que admira e que devemos pensar muito no presente pra levar à festa de aniversário (a última ganhou um diário e um vasinho de flores)."
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Sem jogos
Postado por Carol Szabadkai
"Nunca fui muito boa com joguinhos amorosos, fazer tipo… Minha sinceridade boba, inocente
- ou mesmo cortante – sempre me deixou em desvantagem. Fui magoada… já magoei com
isso… A verdade pode ser cruel, mas, ao mesmo tempo, é o caminho mais curto para se chegar
exatamente onde quer. "
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Neste exato momento
Postado por Carol Szabadkai
"As pessoas estão acostumadas a se concentrar nas próprias histórias. O que estou passando agora, é o que define meu humor, minha força de vontade, minha maneira de interagir com outros… Quando estamos mal, o mundo todo parece cruel e nos tornamos mais introspectivos.
Pois nesse momento é que deveríamos olhar para outras histórias…"
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Peças do futuro
quarta-feira, 10 de setembro de 2014
Postado por Carol Szabadkai
Ele entra
lentamente, veste um casaco de couro preto, já surrado pelo tempo, um
chapeuzinho cinza, típico da idade, se vê muito desses chapéus por aqui,
aqueles que parecem uma boina. Seu andar é lento, trêmulo. Rosto marcado,
branquinho. Dirige-se ao caixa e faz seus pedidos. Pede pão e algumas
guloseimas, parece satisfeito...
Eu mexo meu
cappuccino e tento escrever algo no caderno aberto, mas sinto-me mais atraída
pela cena na cafeteria.
A casa
quarta-feira, 6 de agosto de 2014
Postado por Carol Szabadkai
A casa onde
tudo era possível, onde a infância parecia eterna, o colo da vovó estava sempre
pronto para abrigar, o sorriso do vovô estava sempre a mostra quando enchíamos
o ambiente de uma bagunça saudável infantil.
Sorrisos
quarta-feira, 7 de maio de 2014
Postado por Carol Szabadkai
Catorze
anos!
Faz todo
esse tempo que me encontrei, perdendo-me no seu sorriso.
Lembrei de
mim, uns momentos antes de te conhecer: tão cansada de acreditar em teorias
sobre almas gêmeas; de idealizar uma metade que encaixasse perfeitamente; prestes
a aceitar a versão menos romântica de que o amor se deve basear em amizade,
apenas, sem brilhos nos olhos, sem minutos contados e borboletas no estômago...
Certa noite
sexta-feira, 18 de abril de 2014
Postado por Carol Szabadkai
"Certa noite,tive um sonho. Foi um sonho tão vivo, que carrego como lembrança de algo que vivi. E qual a diferença entre uma lembrança vivida e uma sonhada?"
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