Mais uma vez chega a hora da despedida...
Coração apertado, choro preso (já é bem difícil pras crianças com nossos
sorrisos, imagina se soltamos as lágrimas!), um sentimento de vazio de quem vai
se afastando de um pedacinho de si. As crianças pediram para que a vovó ficasse
e disseram mil vezes “Eu te amo”, no último beijo. Perguntaram quando é que nós
vamos ao Brasil e ainda não pudemos dar uma data certa (faz dois anos que não
vamos)...
Grãos de Areia nascendo!
terça-feira, 3 de março de 2015
Postado por Carol Szabadkai
Sabe quando você está tão feliz que não cabe em
si? Hoje é um dia assim!
Eu já tinha muitos motivos para estar feliz
hoje, meu filho tirou notas boas na prova, o marido foi elogiado pelo
maravilhoso trabalho como diretor de projeto, minha mãe chega hoje para me visitar,
depois de 1 ano sem vê-la, daqui 2 dias completo 10 anos de casada com minha
alma gêmea e melhor amigo... Mas aí vem aquela notícia que te transborda: meu
livro está pronto para impressão!
E sabe quanta luta e insistência isso
significa?
Casamento e liberdade
terça-feira, 10 de fevereiro de 2015
Postado por Carol Szabadkai
Texto publicado no blog Hiper Básico.
"O modelo de família vem mudando através dos tempos, as mulheres adquiriram direitos e também mais obrigações, com liberdade temos mais responsabilidades e isso se aplica em todos os casos, não é um fato negativo se soubermos adaptar o modo de vida.
Coloquei-me a pensar sobre a estrutura familiar e pensei no casamento de antigamente e o de hoje. Com certeza hoje em dia existe mais divórcio, mas será que o número de casamentos ruins de antigamente corresponde ao número de divórcios de hoje em dia?"
Para continuar lendo, CLIQUE AQUI!
Vote no Carol Brasil\Hungria!
quinta-feira, 5 de fevereiro de 2015
Postado por Carol Szabadkai
O Carol Brasil\Hungria foi escolhido para participar da votação “Top 100 International Exchange and Experience Blogs”.
Fiquei muito feliz ao receber o e-mail informando-me da participação, pois não tenho corrido atrás de promoções para meu blog, nem tenho feito muita propagação dos meus textos, pela falta de tempo. Mesmo assim, vejo que ele tem um acesso constante e é alvo da atenção de eventos como este.
Aos meus insistentes leitores, muito obrigada, já me sinto uma vencedora por esse simples fato. Porém, quem quiser dar o voto, eu agradeço! Seria bem legal vencer essa, não é?
Para votar:
- Clicar no botão na barra ao lado, logo abaixo do espaço para pesquisa ou nas imagens desse texto;
- Escolher o "Carol Brasil/Hungria" na lista de blogs, que se encontra em ordem alfabética;
- Clicar no botão "vote", que se encontra logo abaixo da lista de blogs que estão participando.
Obrigada a todos meus leitores! :)
Brincando com o tempo
terça-feira, 6 de janeiro de 2015
Postado por Carol Szabadkai
As crianças e o tempo. Eles têm uma relação
totalmente diferente da nossa, de adulto, que mal vemos as horas passarem.
Quando percebemos o dia já acabou, numa piscada lá se foi a semana, o ano...
anos...
O tempo espera a criança, como se apreciasse
cada brincadeira e sonho que cabe nos intermináveis segundos que, para ela,
preenchem um minuto. Em um ano cabe uma vida inteira de histórias e aventuras,
uma vida muito longa para que o começo seja lembrado. Não são eles que olham as
horas, são as horas que os admiram, boquiabertas e paradas, lentas e
despreocupadas, apenas curtindo aquela risada estridente ou a pérola que acaba
de ser dita. E quantas pérolas... As crianças têm pensamentos incríveis! Livres
de todos os padrões impostos pela lei do homem ou da natureza.
Um chá com o passado
quarta-feira, 29 de outubro de 2014
Postado por Carol Szabadkai
"Todos nós temos um tipo de “máquina do tempo”, alguma coisa que nos remete instantaneamente à outra época, com um simples contato, cheiro, imagem, som ou gosto.
Temos, na verdade, várias dessas máquinas, uma para cada momento da vida e cada uma tem sua própria intensidade, seu próprio espaço na linha do tempo."
Texto postado no blog Curta Crônicas.
Para ler o texto completo, CLIQUE AQUI.
Era uma vez...
quinta-feira, 9 de outubro de 2014
Postado por Carol Szabadkai
Era uma vez
uma menina que sonhava escrever histórias encantadas.
Quando bem
pequena, antes do tempo, queria saber escrever, vivia pedindo para copiar
palavras que sua mãe escrevia num pedaço de papel ou pegava um livro e tentava copiá-lo.
Depois de alfabetizada, sonhou com uma máquina de escrever, pois as histórias
em quadrinho que fazia, ficariam mais bonitas com escritas de máquina. Certo
dia, ela ganhou a máquina de natal, pois ainda acreditava em Papai Noel.
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