Existem
amizades que são instantâneas e sabemos que as levaremos conosco para o resto
das nossas vidas, na infinita profundidade de alguns momentos juntos...
O melhor lugar no mundo
quarta-feira, 4 de outubro de 2017
Postado por Carol Szabadkai
Cada um tem
uma visão diferente sobre o que é um lugar bom para se viver e desde que me
mudei para a Hungria, ouço muito sobre ser uma pessoa de sorte. Não nego,
amo esse país, mas o mais engraçado é que ouço dos húngaros justamente o
contrário: - Sério que você deixou o BRASIL pra morar aqui?
Janela em Budapeste
quarta-feira, 26 de julho de 2017
Postado por Carol Szabadkai
Quando a vida está acontecendo de maneira
peculiar, com novas aventuras e decisões, o tempo para descrevê-la se reduz
proporcionalmente.
Muitas
vezes me arrependo por não ter escrito minha história de amor enquanto
acontecia. Teria facilitado a escrita do meu livro Grãos de Areia e sua
continuação, que ainda se encontra em fase de criação. Mas em momentos como o
que estou vivendo, recordo-me do porquê de não ter escrito: eu tinha que vivê-lo!
Zsombor
sexta-feira, 11 de novembro de 2016
Postado por Carol Szabadkai
Na Hungria existe o costume de se comemorar o
dia do nome. Cada dia possui um ou dois nomes para se comemorar. Karolina, por
exemplo, é a versão húngara para o meu nome e é comemorado no dia 2 de
fevereiro, Hunor (meu filho caçula) é comemorado no dia 10 de setembro. E no
dia 8 de novembro, nesta semana, comemoramos o dia do nome Zsombor, nome do meu
marido e do meu filho mais velho.
É inevitável pensar no que esse nome significa
pra mim.
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Zsombor
Vitória do amor
sexta-feira, 4 de março de 2016
Postado por Carol Szabadkai
Essa semana
você viajou, mas está voltando para nosso aniversário de casamento. Casados há
11 e lutando por um futuro juntos já há 16.
Sozinha em
casa, comecei a ouvir minha lista de músicas e cantei alto com umas que gosto,
porém, entre a seleção, existem algumas que tocam mais alto no meu coração e eu
escutei calada, relembrando...
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Para capturar a felicidade
sexta-feira, 19 de fevereiro de 2016
Postado por Carol Szabadkai
Adquiri
essa “mania” de buscar a felicidade. Na verdade, em grande parte, creio que ela
se encontre no costume de aceita-la, sabe-la, enxerga-la no cotidiano. No
entanto, passamos períodos onde ela se encontra encoberta, principalmente
quando esse céu cinza e insistente resolve pairar por nossas cabeças durante
muito tempo. O final do inverno é quase um final de maratona. Os dias frios são
suportados com dificuldade e ansiedade para que chegue a primavera. Uma
brasileira otimista, como eu, pode ter mais trabalho nessa época do ano e a
inspiração, juntamente com a energia, encontram-se lá com o sol, acenando de
longe, as vezes aparecem, mas não esquentam de verdade... É preciso de algo
mais para atraí-las.
Os dilemas de Hunor
quarta-feira, 21 de outubro de 2015
Postado por Carol Szabadkai
Hunor, meu
filho caçula, é puro sentimento. As pessoas vivem dizendo que ele tem alma de
artista. Ele tem muito interesse por música, teatro, filmes, dança... e vive a
sonhar.
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