Hungria - Guerra das línguas

sexta-feira, 14 de junho de 2013


Texto no blog Brasileiras pelo mundo

Dificuldades na língua húngara.

"Aprender a língua húngara do zero foi uma grande façanha, muito esforço para reconhecer onde as palavras começavam e terminavam, depois para reconhecer a raiz da palavra – em húngaro são usados prefixos e sufixos que mudam o significado da palavra, dando sentido à explicações complexas vindas de uma simples e curta palavrinha"






Pequena crônica de uma brasa-ileira

quarta-feira, 22 de maio de 2013



Ela canta alto e fala mais alto ainda, quando briga é de megafone para que sua opinião seja escutada na devida intensidade de quem põe pra fora toda mágoa e paixão. Ela é feita de raios de sol e faísca de brasa e não se esfria sem soltar fumaça.

Vivendo entre „icebergs” e flocos de neve, impossível não marcar seu rastro esfumaçando o caminho, fazendo confusão e causando estranhamento por onde passa.

Por que ela queima? Por que deixa rastro?

Na bagagem: a força de vontade.

segunda-feira, 13 de maio de 2013


Texto publicado no blog Brasileiras pelo mundo.

"Mudar-se para um lugar diferente, se é bom ou ruim, é muito pessoal. Certas pessoas se apegam a um local, uma paisagem e passam a vida chorando porque tiveram que mudar de casa, outras trocam de endereço como quem troca de roupa, existe quem fale com tristeza do antigo endereço, tem quem fale com saudades e tem quem não ligue tanto para os caminhos percorridos e sim para seus destinos… Quanto ao novo endereço, existem as pessoas que se mudam de mau-humor, já pensando que vai odiar, as que são arrastadas chorando, tem as que vão numa boa, mas sem entusiasmo, tem as que vão cheias de sonhos e expectativas…"

O melhor e o pior de mim

quinta-feira, 25 de abril de 2013


photo from: http://canto-cigano.blogspot.com.br/2011/10/nem-piornem-melhoriguais-by-dany.html

Ser feliz tem seu preço?

Das coisas estúpidas que carrego comigo, uma delas é a crença de que minha felicidade tem um preço. Sou feliz a maior parte do tempo e nesses dias em que estou triste, esses dias contados já há mais de semanas quando estou longe de minha metade, eu chego a acreditar que é merecido, é minha parte de tristeza obrigatória por ano.

Mas que besteira é essa? Por que eu seria punida por ser feliz? Por que me sentiria culpada por ser mais feliz que muitos?
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