Mas eu gosto!

terça-feira, 17 de outubro de 2017

Budapeste se veste de outono. Coloca sua roupa amarelada, para dançar com o vento do Danúbio, que passa em azul, para dar uma pincelada de céu, nas cores de sol. “Budapeste é amarela!”, já afirmava Chico, no seu livro. Provavelmente, era outono.

Grande y buono!

terça-feira, 10 de outubro de 2017


 

Existem amizades que são instantâneas e sabemos que as levaremos conosco para o resto das nossas vidas, na infinita profundidade de alguns momentos juntos...

O melhor lugar no mundo

quarta-feira, 4 de outubro de 2017



Cada um tem uma visão diferente sobre o que é um lugar bom para se viver e desde que me mudei para a Hungria, ouço muito sobre ser uma pessoa de sorte. Não nego, amo esse país, mas o mais engraçado é que ouço dos húngaros justamente o contrário: - Sério que você deixou o BRASIL pra morar aqui?

Janela em Budapeste

quarta-feira, 26 de julho de 2017

 



Quando a vida está acontecendo de maneira peculiar, com novas aventuras e decisões, o tempo para descrevê-la se reduz proporcionalmente.
 
Muitas vezes me arrependo por não ter escrito minha história de amor enquanto acontecia. Teria facilitado a escrita do meu livro Grãos de Areia e sua continuação, que ainda se encontra em fase de criação. Mas em momentos como o que estou vivendo, recordo-me do porquê de não ter escrito: eu tinha que vivê-lo!

Zsombor

sexta-feira, 11 de novembro de 2016


Na Hungria existe o costume de se comemorar o dia do nome. Cada dia possui um ou dois nomes para se comemorar. Karolina, por exemplo, é a versão húngara para o meu nome e é comemorado no dia 2 de fevereiro, Hunor (meu filho caçula) é comemorado no dia 10 de setembro. E no dia 8 de novembro, nesta semana, comemoramos o dia do nome Zsombor, nome do meu marido e do meu filho mais velho.

É inevitável pensar no que esse nome significa pra mim.

Vitória do amor

sexta-feira, 4 de março de 2016


 
Essa semana você viajou, mas está voltando para nosso aniversário de casamento. Casados há 11 e lutando por um futuro juntos já há 16.
Sozinha em casa, comecei a ouvir minha lista de músicas e cantei alto com umas que gosto, porém, entre a seleção, existem algumas que tocam mais alto no meu coração e eu escutei calada, relembrando...

Para capturar a felicidade

sexta-feira, 19 de fevereiro de 2016

 
 
Adquiri essa “mania” de buscar a felicidade. Na verdade, em grande parte, creio que ela se encontre no costume de aceita-la, sabe-la, enxerga-la no cotidiano. No entanto, passamos períodos onde ela se encontra encoberta, principalmente quando esse céu cinza e insistente resolve pairar por nossas cabeças durante muito tempo. O final do inverno é quase um final de maratona. Os dias frios são suportados com dificuldade e ansiedade para que chegue a primavera. Uma brasileira otimista, como eu, pode ter mais trabalho nessa época do ano e a inspiração, juntamente com a energia, encontram-se lá com o sol, acenando de longe, as vezes aparecem, mas não esquentam de verdade... É preciso de algo mais para atraí-las.
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