Despedida

segunda-feira, 30 de março de 2015


 
Mais uma vez chega a hora da despedida... Coração apertado, choro preso (já é bem difícil pras crianças com nossos sorrisos, imagina se soltamos as lágrimas!), um sentimento de vazio de quem vai se afastando de um pedacinho de si. As crianças pediram para que a vovó ficasse e disseram mil vezes “Eu te amo”, no último beijo. Perguntaram quando é que nós vamos ao Brasil e ainda não pudemos dar uma data certa (faz dois anos que não vamos)...

Grãos de Areia nascendo!

terça-feira, 3 de março de 2015


 
Sabe quando você está tão feliz que não cabe em si? Hoje é um dia assim!

Eu já tinha muitos motivos para estar feliz hoje, meu filho tirou notas boas na prova, o marido foi elogiado pelo maravilhoso trabalho como diretor de projeto, minha mãe chega hoje para me visitar, depois de 1 ano sem vê-la, daqui 2 dias completo 10 anos de casada com minha alma gêmea e melhor amigo... Mas aí vem aquela notícia que te transborda: meu livro está pronto para impressão!

E sabe quanta luta e insistência isso significa?

Brincando com o tempo

terça-feira, 6 de janeiro de 2015



As crianças e o tempo. Eles têm uma relação totalmente diferente da nossa, de adulto, que mal vemos as horas passarem. Quando percebemos o dia já acabou, numa piscada lá se foi a semana, o ano... anos...

O tempo espera a criança, como se apreciasse cada brincadeira e sonho que cabe nos intermináveis segundos que, para ela, preenchem um minuto. Em um ano cabe uma vida inteira de histórias e aventuras, uma vida muito longa para que o começo seja lembrado. Não são eles que olham as horas, são as horas que os admiram, boquiabertas e paradas, lentas e despreocupadas, apenas curtindo aquela risada estridente ou a pérola que acaba de ser dita. E quantas pérolas... As crianças têm pensamentos incríveis! Livres de todos os padrões impostos pela lei do homem ou da natureza.

Um chá com o passado

quarta-feira, 29 de outubro de 2014

http://curtacronicas.com/2014/10/27/um-cha-com-o-passado/
 
"Todos nós temos um tipo de “máquina do tempo”, alguma coisa que nos remete instantaneamente à outra época, com um simples contato, cheiro, imagem, som ou gosto.
 
Temos, na verdade, várias dessas máquinas, uma para cada momento da vida e cada uma tem sua própria intensidade, seu próprio espaço na linha do tempo."


Texto postado no blog Curta Crônicas.
 
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Era uma vez...

quinta-feira, 9 de outubro de 2014




Era uma vez uma menina que sonhava escrever histórias encantadas.
Quando bem pequena, antes do tempo, queria saber escrever, vivia pedindo para copiar palavras que sua mãe escrevia num pedaço de papel ou pegava um livro e tentava copiá-lo. Depois de alfabetizada, sonhou com uma máquina de escrever, pois as histórias em quadrinho que fazia, ficariam mais bonitas com escritas de máquina. Certo dia, ela ganhou a máquina de natal, pois ainda acreditava em Papai Noel.

Janela indiscreta

http://curtacronicas.com/2014/09/29/janela-indiscreta/
 
Escrevo muito sobre mim, desdobro-me em verbos e coloco à mesa todos os meus
sentimentos, minhas experiências, minhas opiniões.
 
Esses dias, conversava com uma amiga sobre o meu livro, Grãos de Areia, que está prestes
a ser lançado, depois de tanto tempo e trabalho. O livro conta a história do início do meu
relacionamento com meu marido, complicado e repleto de sentimentos, consequentemente,
cheio de intimidades. Mais uma vez surgiu a pergunta que outros já fizeram em relação ao
blog também:
 
-Você não acha ruim se expor dessa maneira?

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O Brasil de longe

http://curtacronicas.com/2014/09/01/o-brasil-de-longe/
 
Sair de casa, do seu país, pode mudar sua visão de vida para sempre, pode mudar sua casa de formas que você jamais imaginou… Como dizem: “voltar para casa é impossível”.
 
Antes de conhecer o húngaro que virou minha vida de cabeça para baixo, eu pensava da seguinte forma: achava que outros lugares no mundo deveriam ser bonitos, mas tinha a ideia fixa de que sair do Brasil, ir para outro continente, era algo muito difícil, só para quem tem muito dinheiro e que o Brasil me oferecia tanta beleza, que eu não precisava ir até outro país jamais. Estava feliz em minha pátria e tinha planos de não tirar os pezinhos dela.