Mais uma vez chega a hora da despedida...
Coração apertado, choro preso (já é bem difícil pras crianças com nossos
sorrisos, imagina se soltamos as lágrimas!), um sentimento de vazio de quem vai
se afastando de um pedacinho de si. As crianças pediram para que a vovó ficasse
e disseram mil vezes “Eu te amo”, no último beijo. Perguntaram quando é que nós
vamos ao Brasil e ainda não pudemos dar uma data certa (faz dois anos que não
vamos)...
Despedida
segunda-feira, 30 de março de 2015
Postado por Carol Szabadkai
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Grãos de Areia nascendo!
terça-feira, 3 de março de 2015
Postado por Carol Szabadkai
Sabe quando você está tão feliz que não cabe em
si? Hoje é um dia assim!
Eu já tinha muitos motivos para estar feliz
hoje, meu filho tirou notas boas na prova, o marido foi elogiado pelo
maravilhoso trabalho como diretor de projeto, minha mãe chega hoje para me visitar,
depois de 1 ano sem vê-la, daqui 2 dias completo 10 anos de casada com minha
alma gêmea e melhor amigo... Mas aí vem aquela notícia que te transborda: meu
livro está pronto para impressão!
E sabe quanta luta e insistência isso
significa?
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Brincando com o tempo
terça-feira, 6 de janeiro de 2015
Postado por Carol Szabadkai
As crianças e o tempo. Eles têm uma relação
totalmente diferente da nossa, de adulto, que mal vemos as horas passarem.
Quando percebemos o dia já acabou, numa piscada lá se foi a semana, o ano...
anos...
O tempo espera a criança, como se apreciasse
cada brincadeira e sonho que cabe nos intermináveis segundos que, para ela,
preenchem um minuto. Em um ano cabe uma vida inteira de histórias e aventuras,
uma vida muito longa para que o começo seja lembrado. Não são eles que olham as
horas, são as horas que os admiram, boquiabertas e paradas, lentas e
despreocupadas, apenas curtindo aquela risada estridente ou a pérola que acaba
de ser dita. E quantas pérolas... As crianças têm pensamentos incríveis! Livres
de todos os padrões impostos pela lei do homem ou da natureza.
Um chá com o passado
quarta-feira, 29 de outubro de 2014
Postado por Carol Szabadkai
"Todos nós temos um tipo de “máquina do tempo”, alguma coisa que nos remete instantaneamente à outra época, com um simples contato, cheiro, imagem, som ou gosto.
Temos, na verdade, várias dessas máquinas, uma para cada momento da vida e cada uma tem sua própria intensidade, seu próprio espaço na linha do tempo."
Texto postado no blog Curta Crônicas.
Para ler o texto completo, CLIQUE AQUI.
Era uma vez...
quinta-feira, 9 de outubro de 2014
Postado por Carol Szabadkai
Era uma vez
uma menina que sonhava escrever histórias encantadas.
Quando bem
pequena, antes do tempo, queria saber escrever, vivia pedindo para copiar
palavras que sua mãe escrevia num pedaço de papel ou pegava um livro e tentava copiá-lo.
Depois de alfabetizada, sonhou com uma máquina de escrever, pois as histórias
em quadrinho que fazia, ficariam mais bonitas com escritas de máquina. Certo
dia, ela ganhou a máquina de natal, pois ainda acreditava em Papai Noel.
Janela indiscreta
Postado por Carol Szabadkai
Escrevo muito sobre mim, desdobro-me em verbos e coloco à mesa todos os meus
sentimentos, minhas experiências, minhas opiniões.
Esses dias, conversava com uma amiga sobre o meu livro, Grãos de Areia, que está prestes
a ser lançado, depois de tanto tempo e trabalho. O livro conta a história do início do meu
relacionamento com meu marido, complicado e repleto de sentimentos, consequentemente,
cheio de intimidades. Mais uma vez surgiu a pergunta que outros já fizeram em relação ao
blog também:
-Você não acha ruim se expor dessa maneira?
Para continuar lendo, CLIQUE AQUI!
O Brasil de longe
Postado por Carol Szabadkai
Sair de casa, do seu país, pode mudar sua visão de vida para sempre, pode mudar sua casa de formas que você jamais imaginou… Como dizem: “voltar para casa é impossível”.
Antes de conhecer o húngaro que virou minha vida de cabeça para baixo, eu pensava da seguinte forma: achava que outros lugares no mundo deveriam ser bonitos, mas tinha a ideia fixa de que sair do Brasil, ir para outro continente, era algo muito difícil, só para quem tem muito dinheiro e que o Brasil me oferecia tanta beleza, que eu não precisava ir até outro país jamais. Estava feliz em minha pátria e tinha planos de não tirar os pezinhos dela.
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