A contagem regressiva para o final do ano; a expectativa de
um recomeço... Por que isso importa? Por que não fechar ou começar algo a
qualquer momento? Qual a necessidade de esperar aquela data durante dias ou até
meses? O que um novo número traz de real, palpável?
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Voando alto
quinta-feira, 9 de janeiro de 2020
Postado por Carol Szabadkai
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Meia vida de inteiros
quinta-feira, 17 de maio de 2018
Postado por Carol Szabadkai
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Zsombor
A russa
terça-feira, 6 de fevereiro de 2018
Postado por Carol Szabadkai
Tenho o
costume de me imaginar no lugar de outras pessoas, principalmente em situações
peculiares, quando alguém me chama a atenção, e esse exercício muitas vezes acaba
virando uma reflexão, ainda mais quando a pessoa em questão tem algo de muito
comum comigo.
De alma inteira
quarta-feira, 6 de maio de 2015
Postado por Carol Szabadkai
Faz 15
anos!
15 anos que
meu coração dispara quando você chega. 15 anos de certeza sobre o que eu quero
da vida. 15 anos entre lutas e conquistas. 15 anos de sonhos se realizando. 15
anos de nós dois.
Era uma vez...
quinta-feira, 9 de outubro de 2014
Postado por Carol Szabadkai
Era uma vez
uma menina que sonhava escrever histórias encantadas.
Quando bem
pequena, antes do tempo, queria saber escrever, vivia pedindo para copiar
palavras que sua mãe escrevia num pedaço de papel ou pegava um livro e tentava copiá-lo.
Depois de alfabetizada, sonhou com uma máquina de escrever, pois as histórias
em quadrinho que fazia, ficariam mais bonitas com escritas de máquina. Certo
dia, ela ganhou a máquina de natal, pois ainda acreditava em Papai Noel.
Sorrisos
quarta-feira, 7 de maio de 2014
Postado por Carol Szabadkai
Catorze
anos!
Faz todo
esse tempo que me encontrei, perdendo-me no seu sorriso.
Lembrei de
mim, uns momentos antes de te conhecer: tão cansada de acreditar em teorias
sobre almas gêmeas; de idealizar uma metade que encaixasse perfeitamente; prestes
a aceitar a versão menos romântica de que o amor se deve basear em amizade,
apenas, sem brilhos nos olhos, sem minutos contados e borboletas no estômago...
Nas ondas
quinta-feira, 17 de outubro de 2013
Postado por Carol SzabadkaiTexto postado no blog Curta Crônicas.
"Destino: s.m.
A fatalidade a que estariam sujeitas todas as pessoas e todas as coisas do
mundo; fado; fortuna.
Fatalidade... Nossa! Pela definição do Aurélio, chega a dar medo. Não é tão
romântico quanto o significado que eu criei para tal fenômeno. No meu
dicionário pessoal, teria mais relação com o amor e a felicidade e não seria
tão inflexível também. Nunca consegui
relacionar destino a coisas ruins, o que acontece de ruim só pode ser erro ou
desvio do caminho, talvez o resultado da resistência a ele..."
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Caminhando.
terça-feira, 17 de setembro de 2013
Postado por Carol Szabadkai
E a vida se abre
em um novo caminho…
Primeiro a proposta,
uma felicidade repentina... Comemoração... E então um medo desses que travam
tudo: a respiração, a inspiração, a opinião…
Fiquei sem saber
o que dizer, o que escrever… Preferi abster-me do tema. A bagunça de
sentimentos foi enorme e explodiu em mistos de sentimentos e ondas entre
positivo e negativo.
Tudo mudou...
terça-feira, 2 de abril de 2013
Postado por Carol Szabadkai
“... e a partir daí, tudo mudou...”
A frase que muitas pessoas temem, que traz como
companheiro o maior dos medos do ser humano: o desconhecido.
Mudanças sempre vem com ansiedade e
preocupação, no entanto, também podem ser acompanhadas de libertação, de solução, de novos
sonhos, sonhos realizados...
Ao mudarem, as coisas costumam parecer
turvas, disformes, ameaçadoras... Os maiores e mais aterrorizantes monstros
sempre foram aqueles que vem do escuro, os que não vemos ou só enxergamos as sombras,
no jogo de luz que aumenta e molda em padrões alarmantes. A luz do sol não mata
o vampiro porque o queima e sim, porque o exibi, mostrando que visto de perto,
não assusta tanto assim. Do mesmo modo é mudar algo na vida, assim é mudar de
vida. O imprevisto assusta e é preciso de coragem para vê-lo de perto.
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Só hoje.
terça-feira, 19 de março de 2013
Postado por Carol Szabadkai
Alta noite, longa noite essa, da sua volta
para a Hungria. Estamos destinados a essas pequenas separações.
O relógio parou sem notícias suas, mas os
ventos, do lado de fora da minha janela, passam tão rápidos que parecem
lamentos de saudades e soam por volta da casa a te procurar, como se não
soubessem que você não está. O frio instalou-se de repente e eu sei que isso
vem da falta do seu abraço quente e dos seus apertões que me fazem rir com sua
justificativa: “O amor às vezes dói”.
Enloucrescendo
quinta-feira, 14 de fevereiro de 2013
Postado por Carol Szabadkai
Desde
sempre - talvez por minha mania com filmes românticos, letras de música melosas
e poesias ou simplesmente pela natureza romântica de minha essência – fui inclinada
a acreditar em destino. Coincidências e fatos secos nunca tiveram crédito em
meu vocabulário, o que pode vir a me dar um título comum de sonhadora. Por
algum motivo, sempre acreditei na magia da vida como explicação para tudo o que
acontece e no amor, como função maior da existência humana. Que missão poderia
ser maior do que aprender a amar e ser amada? Carreira? Não, nunca acreditei na
carreira como parte do plano de vida e sim como instrumento para alcançar o que
realmente importa. Os céticos que me perdoem, mas, como porta-voz dos
sonhadores, tomo a carreira como peça de importância inferior a procura e
dedicação ao grande amor. Sim, grande amor, daqueles que parecem até bobos e
exagerados aos olhos desses mesmos céticos, mas que converte em um segundo,
esses mesmos olhos, ao mergulhar acidentalmente
em outros com tal sentimento.
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