Cada um tem
uma visão diferente sobre o que é um lugar bom para se viver e desde que me
mudei para a Hungria, ouço muito sobre ser uma pessoa de sorte. Não nego,
amo esse país, mas o mais engraçado é que ouço dos húngaros justamente o
contrário: - Sério que você deixou o BRASIL pra morar aqui?
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O melhor lugar no mundo
quarta-feira, 4 de outubro de 2017
Postado por Carol SzabadkaiNa bagagem: a força de vontade.
segunda-feira, 13 de maio de 2013
Postado por Carol Szabadkai
Texto publicado no blog Brasileiras pelo mundo.
"Mudar-se para um lugar diferente, se é bom ou ruim, é muito pessoal. Certas pessoas se apegam a um local, uma paisagem e passam a vida chorando porque tiveram que mudar de casa, outras trocam de endereço como quem troca de roupa, existe quem fale com tristeza do antigo endereço, tem quem fale com saudades e tem quem não ligue tanto para os caminhos percorridos e sim para seus destinos… Quanto ao novo endereço, existem as pessoas que se mudam de mau-humor, já pensando que vai odiar, as que são arrastadas chorando, tem as que vão numa boa, mas sem entusiasmo, tem as que vão cheias de sonhos e expectativas…"
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Tudo mudou...
terça-feira, 2 de abril de 2013
Postado por Carol Szabadkai
“... e a partir daí, tudo mudou...”
A frase que muitas pessoas temem, que traz como
companheiro o maior dos medos do ser humano: o desconhecido.
Mudanças sempre vem com ansiedade e
preocupação, no entanto, também podem ser acompanhadas de libertação, de solução, de novos
sonhos, sonhos realizados...
Ao mudarem, as coisas costumam parecer
turvas, disformes, ameaçadoras... Os maiores e mais aterrorizantes monstros
sempre foram aqueles que vem do escuro, os que não vemos ou só enxergamos as sombras,
no jogo de luz que aumenta e molda em padrões alarmantes. A luz do sol não mata
o vampiro porque o queima e sim, porque o exibi, mostrando que visto de perto,
não assusta tanto assim. Do mesmo modo é mudar algo na vida, assim é mudar de
vida. O imprevisto assusta e é preciso de coragem para vê-lo de perto.
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Carta aos meus dedos.
sexta-feira, 6 de julho de 2012
Postado por Carol Szabadkai
Raso, sem
emoção, vazio...
Onde foi
parar minha inspiração? Meu jeitinho de escrever emocionando?
Hoje
deveria publicar um texto, toda sexta logo de manhã sai um novo texto, mas
recuso-me a publicar outro sem emoção, sem cooperação especial de meus dedos
falantes...
Textos
ditados pela cabeça... são bobos, não dizem nada, um bla bla bla que desanima
de ler. Onde foram parar as palavras que me faltam?
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