Mostrando postagens com marcador distância. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador distância. Mostrar todas as postagens

Situação de Emergência

domingo, 10 de fevereiro de 2019




Hoje vim falar sobre um assunto importante, que nunca abordei pelo simples fato de nunca ter passado por uma verdadeira emergência na Hungria, além do mais, sempre tive a constante ajuda de húngaros que me cercam e fazem parte da minha família, porém nem todos que moram aqui se encontram nessa posição confortável, é um assunto de extrema importância e por ter sido lembrada que ele existe, sinto-me na obrigação de passar algumas informações à frente.

A russa

terça-feira, 6 de fevereiro de 2018

 

 
Tenho o costume de me imaginar no lugar de outras pessoas, principalmente em situações peculiares, quando alguém me chama a atenção, e esse exercício muitas vezes acaba virando uma reflexão, ainda mais quando a pessoa em questão tem algo de muito comum comigo.

É difícil assim mesmo

terça-feira, 28 de novembro de 2017


 
Muitas de nós, sonhou a vida toda com o príncipe encantado e para algumas, assim como eu, ele veio de um reino muito distante, trazendo consigo uma linda história de amor, mas também muitos obstáculos.

A coleção

quarta-feira, 8 de novembro de 2017

 
Morar longe do lugar em que crescemos, viver fora do país onde nascemos, implica em muitas surpresas com a maneira que pensamos e usamos as lembranças. Para a sobrevivência, é necessário que se enxergue o melhor em cada detalhe, é imprescindível que o lado positivo seja tirado, nem que forçadamente, uma lasquinha...

O melhor lugar no mundo

quarta-feira, 4 de outubro de 2017



Cada um tem uma visão diferente sobre o que é um lugar bom para se viver e desde que me mudei para a Hungria, ouço muito sobre ser uma pessoa de sorte. Não nego, amo esse país, mas o mais engraçado é que ouço dos húngaros justamente o contrário: - Sério que você deixou o BRASIL pra morar aqui?

Vitória do amor

sexta-feira, 4 de março de 2016


 
Essa semana você viajou, mas está voltando para nosso aniversário de casamento. Casados há 11 e lutando por um futuro juntos já há 16.
Sozinha em casa, comecei a ouvir minha lista de músicas e cantei alto com umas que gosto, porém, entre a seleção, existem algumas que tocam mais alto no meu coração e eu escutei calada, relembrando...

Brasil, uma breve visita.

quarta-feira, 5 de agosto de 2015



E um mês nunca passou tão rápido quanto este...

Em julho, depois de mais de 2 anos, finalmente visitei meu Brasil, minha cidade, minha linda família e meus muitos amigos.

Normalmente, em minhas visitas ao Brasil, os dias de semana passam tranquilos e os finais de semana são sempre cheios de encontros entre família e amigos. Dessa vez, foi um pouco diferente, pois tratou-se de uma nova fase em minha vida: eu escritora, realizando meu sonho e trabalhando muito para isso.

Um chá com o passado

quarta-feira, 29 de outubro de 2014

http://curtacronicas.com/2014/10/27/um-cha-com-o-passado/
 
"Todos nós temos um tipo de “máquina do tempo”, alguma coisa que nos remete instantaneamente à outra época, com um simples contato, cheiro, imagem, som ou gosto.
 
Temos, na verdade, várias dessas máquinas, uma para cada momento da vida e cada uma tem sua própria intensidade, seu próprio espaço na linha do tempo."


Texto postado no blog Curta Crônicas.
 
Para ler o texto completo, CLIQUE AQUI.

A casa

quarta-feira, 6 de agosto de 2014


 
A casa onde tudo era possível, onde a infância parecia eterna, o colo da vovó estava sempre pronto para abrigar, o sorriso do vovô estava sempre a mostra quando enchíamos o ambiente de uma bagunça saudável infantil.

Tique-taques

quinta-feira, 27 de fevereiro de 2014

 
Tirei férias de mim mesma, de escrever, de ser adulta e mãe o tempo todo... Recebi a visita da minha mãe e voltei a ser filha, no breve e valioso tempo contado de sua presença. Foram três semanas de mimos intensos, de conversas longas com a melhor amiga, que ela sempre foi, filmes e séries que sempre adoramos ver juntas, passeios, cafés, risos, confissões, conselhos...  

Assim que ela saiu pela porta da frente, um vazio imenso tomou conta da casa, tomou conta de mim. Coloquei-me a pensar no azar de viver longe dos meus pais, da minha família toda, e o dia todo se escureceu.
Despedida. Lágrimas. Solidão. Eu e o relógio.

A presença

sexta-feira, 8 de novembro de 2013


Milhões de coisas na cabeça e, ao mesmo tempo, nada... Nada que fosse um assunto ou história pra contar. Só comentários, olhares e toques que ficam guardados enquanto você não está por perto... Fantasmas que me seguem no castelo assombrado que sobrou de mim.

Caminhando.

terça-feira, 17 de setembro de 2013



E a vida se abre em um novo caminho…

Primeiro a proposta, uma felicidade repentina... Comemoração... E então um medo desses que travam tudo: a respiração, a inspiração, a opinião…

Fiquei sem saber o que dizer, o que escrever… Preferi abster-me do tema. A bagunça de sentimentos foi enorme e explodiu em mistos de sentimentos e ondas entre positivo e negativo.

Na bagagem: a força de vontade.

segunda-feira, 13 de maio de 2013


Texto publicado no blog Brasileiras pelo mundo.

"Mudar-se para um lugar diferente, se é bom ou ruim, é muito pessoal. Certas pessoas se apegam a um local, uma paisagem e passam a vida chorando porque tiveram que mudar de casa, outras trocam de endereço como quem troca de roupa, existe quem fale com tristeza do antigo endereço, tem quem fale com saudades e tem quem não ligue tanto para os caminhos percorridos e sim para seus destinos… Quanto ao novo endereço, existem as pessoas que se mudam de mau-humor, já pensando que vai odiar, as que são arrastadas chorando, tem as que vão numa boa, mas sem entusiasmo, tem as que vão cheias de sonhos e expectativas…"

O melhor e o pior de mim

quinta-feira, 25 de abril de 2013


photo from: http://canto-cigano.blogspot.com.br/2011/10/nem-piornem-melhoriguais-by-dany.html

Ser feliz tem seu preço?

Das coisas estúpidas que carrego comigo, uma delas é a crença de que minha felicidade tem um preço. Sou feliz a maior parte do tempo e nesses dias em que estou triste, esses dias contados já há mais de semanas quando estou longe de minha metade, eu chego a acreditar que é merecido, é minha parte de tristeza obrigatória por ano.

Mas que besteira é essa? Por que eu seria punida por ser feliz? Por que me sentiria culpada por ser mais feliz que muitos?

Só hoje.

terça-feira, 19 de março de 2013



Alta noite, longa noite essa, da sua volta para a Hungria. Estamos destinados a essas pequenas separações.

O relógio parou sem notícias suas, mas os ventos, do lado de fora da minha janela, passam tão rápidos que parecem lamentos de saudades e soam por volta da casa a te procurar, como se não soubessem que você não está. O frio instalou-se de repente e eu sei que isso vem da falta do seu abraço quente e dos seus apertões que me fazem rir com sua justificativa: “O amor às vezes dói”.

Voltas na calçada.

sexta-feira, 16 de novembro de 2012



Sonhei com a infância no Brasil. Minha infância de “Sítio do pica-pau amarelo”, no sítio dos meus avós,  lugar onde todos os finais de semanas e férias, eu, meu irmão e meus primos, criávamos aventuras incríveis dentro de um mundo mágico e cheio de poderes sobrenaturais. 


O sítio era o mundo onde existiam portais para outros planetas, monstros, fadas, fantasmas, anjos e o bicho que tínhamos mais medo: O bicharraco. O bicharraco foi inventado pela minha avó, para que entrássemos na casa quando estava para escurecer e ela já havia gritado dez vezes, ouvindo sempre como resposta "mais um pouquinho", "já vai"... Então ela gritava - Olha o bicharraco! - e nós voávamos para dentro, com medo até de olhar pra trás.

Amanhã, só amanhã.

sexta-feira, 8 de junho de 2012

Um vazio, uma certa falta de inspiração, falta de algo... De um lugar? De alguém? Talvez, uma amiga pra sair e dar risada, falta de ambientes barulhentos, gargalhadas altas, histórias contadas com mãos, caras e bocas e som alto, programações, festas, churrascos e sons de futebol...

Passaram-se então, 2 meses de Brasil...

sexta-feira, 18 de maio de 2012


Viagem ao Brasil
Uma longa viagem de ida, mais de 30 horas de casa a casa, sem o marido, que ficou trabalhando (alguém tem que ganhar dinheiro nessa casa, como ele mesmo diz) passando por conexão em aeroporto, com direito a adquirir uma virose (eu e o meu menorzinho) e passar com ânsia de vômito o vôo de 11 horas... Chegamos vivos, o que é mais importante.

Uma xícara de Brasil, por favor?

sexta-feira, 27 de janeiro de 2012


Depois de 11 anos morando fora do Brasil, acostumei-me com as saudades e sei lidar bem com ela, aceitei como parte de minha escolha. Porém, de tempos em tempos a saudade avisa-me como um despertador íntimo, que o tempo sem minha terra, sem minha família e amigos, já é demais...

Um natal mágico.

sábado, 24 de dezembro de 2011

Natal pra mim tem cheiro de pinheiro cortado na hora e frutas, ar do sítio de noite, quente, mas com brisa leve, som de grilos e música dos anos sessenta, estrelas, bagunça e vagalumes...

Toda a minha infância, toda a minha vida no Brasil foi assim. O natal era comemorado no sítio dos meus avós. Passávamos o dia com os primos na piscina, jogando volei ou futebol, os adultos cortavam um galho dos enormes pinheiros que ficavam por volta do campo de futebol e a árvore era enfeitada com muitas bolas coloridas, laços, fitas e luzes, meu avô fazia questão das luzes.