Hoje vim falar sobre um assunto importante, que nunca abordei
pelo simples fato de nunca ter passado por uma verdadeira emergência na Hungria,
além do mais, sempre tive a constante ajuda de húngaros que me cercam e fazem
parte da minha família, porém nem todos que moram aqui se encontram nessa
posição confortável, é um assunto de extrema importância e por ter sido
lembrada que ele existe, sinto-me na obrigação de passar algumas informações à frente.
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Situação de Emergência
domingo, 10 de fevereiro de 2019
Postado por Carol Szabadkai
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A russa
terça-feira, 6 de fevereiro de 2018
Postado por Carol Szabadkai
Tenho o
costume de me imaginar no lugar de outras pessoas, principalmente em situações
peculiares, quando alguém me chama a atenção, e esse exercício muitas vezes acaba
virando uma reflexão, ainda mais quando a pessoa em questão tem algo de muito
comum comigo.
É difícil assim mesmo
terça-feira, 28 de novembro de 2017
Postado por Carol Szabadkai
Muitas de
nós, sonhou a vida toda com o príncipe encantado e para algumas, assim como eu,
ele veio de um reino muito distante, trazendo consigo uma linda história de
amor, mas também muitos obstáculos.
A coleção
quarta-feira, 8 de novembro de 2017
Postado por Carol Szabadkai
Morar longe
do lugar em que crescemos, viver fora do país onde nascemos, implica em muitas
surpresas com a maneira que pensamos e usamos as lembranças. Para a
sobrevivência, é necessário que se enxergue o melhor em cada detalhe, é imprescindível
que o lado positivo seja tirado, nem que forçadamente, uma lasquinha...
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O melhor lugar no mundo
quarta-feira, 4 de outubro de 2017
Postado por Carol Szabadkai
Cada um tem
uma visão diferente sobre o que é um lugar bom para se viver e desde que me
mudei para a Hungria, ouço muito sobre ser uma pessoa de sorte. Não nego,
amo esse país, mas o mais engraçado é que ouço dos húngaros justamente o
contrário: - Sério que você deixou o BRASIL pra morar aqui?
Vitória do amor
sexta-feira, 4 de março de 2016
Postado por Carol Szabadkai
Essa semana
você viajou, mas está voltando para nosso aniversário de casamento. Casados há
11 e lutando por um futuro juntos já há 16.
Sozinha em
casa, comecei a ouvir minha lista de músicas e cantei alto com umas que gosto,
porém, entre a seleção, existem algumas que tocam mais alto no meu coração e eu
escutei calada, relembrando...
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Brasil, uma breve visita.
quarta-feira, 5 de agosto de 2015
Postado por Carol Szabadkai
E um mês nunca passou tão rápido quanto este...
Em julho, depois de mais de 2 anos, finalmente
visitei meu Brasil, minha cidade, minha linda família e meus muitos amigos.
Normalmente, em minhas visitas ao Brasil, os
dias de semana passam tranquilos e os finais de semana são sempre cheios de
encontros entre família e amigos. Dessa vez, foi um pouco diferente, pois
tratou-se de uma nova fase em minha vida: eu escritora, realizando meu sonho e
trabalhando muito para isso.
Um chá com o passado
quarta-feira, 29 de outubro de 2014
Postado por Carol Szabadkai
"Todos nós temos um tipo de “máquina do tempo”, alguma coisa que nos remete instantaneamente à outra época, com um simples contato, cheiro, imagem, som ou gosto.
Temos, na verdade, várias dessas máquinas, uma para cada momento da vida e cada uma tem sua própria intensidade, seu próprio espaço na linha do tempo."
Texto postado no blog Curta Crônicas.
Para ler o texto completo, CLIQUE AQUI.
A casa
quarta-feira, 6 de agosto de 2014
Postado por Carol Szabadkai
A casa onde
tudo era possível, onde a infância parecia eterna, o colo da vovó estava sempre
pronto para abrigar, o sorriso do vovô estava sempre a mostra quando enchíamos
o ambiente de uma bagunça saudável infantil.
Tique-taques
quinta-feira, 27 de fevereiro de 2014
Postado por Carol Szabadkai
Tirei
férias de mim mesma, de escrever, de ser adulta e mãe o tempo todo... Recebi a
visita da minha mãe e voltei a ser filha, no breve e valioso tempo contado de sua presença. Foram três
semanas de mimos intensos, de conversas longas com a melhor amiga, que ela
sempre foi, filmes e séries que sempre adoramos ver juntas, passeios, cafés, risos,
confissões, conselhos...
Assim que ela saiu pela porta da frente, um vazio imenso tomou conta da casa, tomou conta de mim. Coloquei-me a pensar no azar de viver longe dos meus pais, da minha família toda, e o dia todo se escureceu.
Assim que ela saiu pela porta da frente, um vazio imenso tomou conta da casa, tomou conta de mim. Coloquei-me a pensar no azar de viver longe dos meus pais, da minha família toda, e o dia todo se escureceu.
Despedida. Lágrimas. Solidão. Eu e o relógio.
A presença
sexta-feira, 8 de novembro de 2013
Postado por Carol Szabadkai
Milhões de
coisas na cabeça e, ao mesmo tempo, nada... Nada que fosse um assunto ou
história pra contar. Só comentários, olhares e toques que ficam guardados
enquanto você não está por perto... Fantasmas que me seguem no castelo
assombrado que sobrou de mim.
Caminhando.
terça-feira, 17 de setembro de 2013
Postado por Carol Szabadkai
E a vida se abre
em um novo caminho…
Primeiro a proposta,
uma felicidade repentina... Comemoração... E então um medo desses que travam
tudo: a respiração, a inspiração, a opinião…
Fiquei sem saber
o que dizer, o que escrever… Preferi abster-me do tema. A bagunça de
sentimentos foi enorme e explodiu em mistos de sentimentos e ondas entre
positivo e negativo.
Na bagagem: a força de vontade.
segunda-feira, 13 de maio de 2013
Postado por Carol Szabadkai
Texto publicado no blog Brasileiras pelo mundo.
"Mudar-se para um lugar diferente, se é bom ou ruim, é muito pessoal. Certas pessoas se apegam a um local, uma paisagem e passam a vida chorando porque tiveram que mudar de casa, outras trocam de endereço como quem troca de roupa, existe quem fale com tristeza do antigo endereço, tem quem fale com saudades e tem quem não ligue tanto para os caminhos percorridos e sim para seus destinos… Quanto ao novo endereço, existem as pessoas que se mudam de mau-humor, já pensando que vai odiar, as que são arrastadas chorando, tem as que vão numa boa, mas sem entusiasmo, tem as que vão cheias de sonhos e expectativas…"
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O melhor e o pior de mim
quinta-feira, 25 de abril de 2013
Postado por Carol Szabadkai
Ser feliz tem seu preço?
Das coisas estúpidas que carrego comigo,
uma delas é a crença de que minha felicidade tem um preço. Sou feliz a maior
parte do tempo e nesses dias em que estou triste, esses dias contados já há
mais de semanas quando estou longe de minha metade, eu chego a acreditar que é
merecido, é minha parte de tristeza obrigatória por ano.
Mas que besteira é essa? Por que eu seria
punida por ser feliz? Por que me sentiria culpada por ser mais feliz que
muitos?
Só hoje.
terça-feira, 19 de março de 2013
Postado por Carol Szabadkai
Alta noite, longa noite essa, da sua volta
para a Hungria. Estamos destinados a essas pequenas separações.
O relógio parou sem notícias suas, mas os
ventos, do lado de fora da minha janela, passam tão rápidos que parecem
lamentos de saudades e soam por volta da casa a te procurar, como se não
soubessem que você não está. O frio instalou-se de repente e eu sei que isso
vem da falta do seu abraço quente e dos seus apertões que me fazem rir com sua
justificativa: “O amor às vezes dói”.
Voltas na calçada.
sexta-feira, 16 de novembro de 2012
Postado por Carol Szabadkai
Sonhei com
a infância no Brasil. Minha infância de “Sítio do pica-pau amarelo”, no sítio dos
meus avós, lugar onde todos os finais de
semanas e férias, eu, meu irmão e meus primos, criávamos aventuras incríveis dentro de um mundo mágico e cheio de poderes sobrenaturais.
O sítio era o mundo onde existiam portais para outros planetas, monstros, fadas, fantasmas, anjos e o bicho que tínhamos mais medo: O bicharraco. O bicharraco foi inventado pela minha avó, para que entrássemos na casa quando estava para escurecer e ela já havia gritado dez vezes, ouvindo sempre como resposta "mais um pouquinho", "já vai"... Então ela gritava - Olha o bicharraco! - e nós voávamos para dentro, com medo até de olhar pra trás.
Amanhã, só amanhã.
sexta-feira, 8 de junho de 2012
Postado por Carol Szabadkai
Um vazio,
uma certa falta de inspiração, falta de algo... De um lugar? De alguém? Talvez,
uma amiga pra sair e dar risada, falta de ambientes barulhentos, gargalhadas
altas, histórias contadas com mãos, caras e bocas e som alto, programações, festas, churrascos e sons de futebol...
Passaram-se então, 2 meses de Brasil...
sexta-feira, 18 de maio de 2012
Postado por Carol Szabadkai
Uma longa
viagem de ida, mais de 30 horas de casa a casa, sem o marido, que ficou
trabalhando (alguém tem que ganhar dinheiro nessa casa, como ele mesmo diz)
passando por conexão
em aeroporto, com direito a adquirir uma virose (eu e o meu menorzinho) e
passar com ânsia de vômito o vôo de 11 horas... Chegamos vivos, o que é mais importante.
Uma xícara de Brasil, por favor?
sexta-feira, 27 de janeiro de 2012
Postado por Carol SzabadkaiDepois de 11 anos morando fora do Brasil, acostumei-me com as saudades e sei lidar bem com ela, aceitei como parte de minha escolha. Porém, de tempos em tempos a saudade avisa-me como um despertador íntimo, que o tempo sem minha terra, sem minha família e amigos, já é demais...
Um natal mágico.
sábado, 24 de dezembro de 2011
Postado por Carol SzabadkaiNatal pra mim tem cheiro de pinheiro cortado na hora e frutas, ar do sítio de noite, quente, mas com brisa leve, som de grilos e música dos anos sessenta, estrelas, bagunça e vagalumes...
Toda a minha infância, toda a minha vida no Brasil foi assim. O natal era comemorado no sítio dos meus avós. Passávamos o dia com os primos na piscina, jogando volei ou futebol, os adultos cortavam um galho dos enormes pinheiros que ficavam por volta do campo de futebol e a árvore era enfeitada com muitas bolas coloridas, laços, fitas e luzes, meu avô fazia questão das luzes.
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