Mostrando postagens com marcador Hungria. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Hungria. Mostrar todas as postagens

Já se sentia assim

terça-feira, 30 de junho de 2020


“Ela queria estar feliz e já se sentia assim.” Diz o livro “A Abadia de Northanger”, de Jane Austen, ao descrever a chegada de sua personagem principal, Catherine, ao seu destino.


Situação de Emergência

domingo, 10 de fevereiro de 2019




Hoje vim falar sobre um assunto importante, que nunca abordei pelo simples fato de nunca ter passado por uma verdadeira emergência na Hungria, além do mais, sempre tive a constante ajuda de húngaros que me cercam e fazem parte da minha família, porém nem todos que moram aqui se encontram nessa posição confortável, é um assunto de extrema importância e por ter sido lembrada que ele existe, sinto-me na obrigação de passar algumas informações à frente.

A russa

terça-feira, 6 de fevereiro de 2018

 

 
Tenho o costume de me imaginar no lugar de outras pessoas, principalmente em situações peculiares, quando alguém me chama a atenção, e esse exercício muitas vezes acaba virando uma reflexão, ainda mais quando a pessoa em questão tem algo de muito comum comigo.

É difícil assim mesmo

terça-feira, 28 de novembro de 2017


 
Muitas de nós, sonhou a vida toda com o príncipe encantado e para algumas, assim como eu, ele veio de um reino muito distante, trazendo consigo uma linda história de amor, mas também muitos obstáculos.

Mas eu gosto!

terça-feira, 17 de outubro de 2017

Budapeste se veste de outono. Coloca sua roupa amarelada, para dançar com o vento do Danúbio, que passa em azul, para dar uma pincelada de céu, nas cores de sol. “Budapeste é amarela!”, já afirmava Chico, no seu livro. Provavelmente, era outono.

O melhor lugar no mundo

quarta-feira, 4 de outubro de 2017



Cada um tem uma visão diferente sobre o que é um lugar bom para se viver e desde que me mudei para a Hungria, ouço muito sobre ser uma pessoa de sorte. Não nego, amo esse país, mas o mais engraçado é que ouço dos húngaros justamente o contrário: - Sério que você deixou o BRASIL pra morar aqui?

Zsombor

sexta-feira, 11 de novembro de 2016


Na Hungria existe o costume de se comemorar o dia do nome. Cada dia possui um ou dois nomes para se comemorar. Karolina, por exemplo, é a versão húngara para o meu nome e é comemorado no dia 2 de fevereiro, Hunor (meu filho caçula) é comemorado no dia 10 de setembro. E no dia 8 de novembro, nesta semana, comemoramos o dia do nome Zsombor, nome do meu marido e do meu filho mais velho.

É inevitável pensar no que esse nome significa pra mim.

O Brasil de longe

quinta-feira, 9 de outubro de 2014

http://curtacronicas.com/2014/09/01/o-brasil-de-longe/
 
Sair de casa, do seu país, pode mudar sua visão de vida para sempre, pode mudar sua casa de formas que você jamais imaginou… Como dizem: “voltar para casa é impossível”.
 
Antes de conhecer o húngaro que virou minha vida de cabeça para baixo, eu pensava da seguinte forma: achava que outros lugares no mundo deveriam ser bonitos, mas tinha a ideia fixa de que sair do Brasil, ir para outro continente, era algo muito difícil, só para quem tem muito dinheiro e que o Brasil me oferecia tanta beleza, que eu não precisava ir até outro país jamais. Estava feliz em minha pátria e tinha planos de não tirar os pezinhos dela.

Dez razões para morar na Hungria

 
Apenas dez, das muitas razões para se morar e viver feliz para sempre na Hungria.
Texto postado no blog Brasileiras pelo mundo.
 
Para ler, clique AQUI.

Carol Brasil/Hungria, oficialmente

quinta-feira, 27 de março de 2014



Quando fiz meu primeiro visto de permanência, nesse país que há 13 anos me abriga, lembro-me de ter perguntado sobre quando eu poderia me tornar húngara e não ter mais que correr atrás de papeis, muitos papeis. A resposta foi rápida e convicta: Nunca.

Hungria - Carnaval e Busójárás

quarta-feira, 19 de março de 2014

http://www.brasileiraspelomundo.com/hungria-carnaval-busojaras-50183791#comment-15881


O festival “Busójárás”(pronúncia: buchoiárásh), representa o fim do inverno e o início da primavera. O Busó é uma pessoa vestida de monstro, um monstro feito tradicionalmente com pele de animais e palha, carregando ferramentas ou “armas” também tradicionalmente preparadas, tudo é muito certinho, seguindo a cultura. Carrega consigo também sinos de ferro e matraca para passar fazendo muito barulho e assustar o frio.
 
Clicar AQUI para continuar a ler
ou na imagem acima.

Segurança na Hungria

http://www.brasileiraspelomundo.com/hungria-seguranca-19112865

Ultimamente estou em contato com estudantes brasileiros que pretendem vir para a Hungria em intercâmbio e a pergunta que mais respondo é: Como é a segurança na Hungria?
 
Bem, para um brasileiro fica até difícil de explicar porque a diferença é absurda! Eu, como brasileira, mesmo vendo, demorei para assimilar a segurança que me cercava, mas foi a questão que mais me chamou a atenção.
 
Ou na imagem acima.

Adquirindo a cidadania húngara.

terça-feira, 29 de outubro de 2013


Texto publicado no blog "Brasileiras pelo mundo".
Informações sobre quem tem direito à cidadania húngara, quais os requisitos necessários e onde pesquisar mais sobre o assunto.

Falar a língua local

quarta-feira, 2 de outubro de 2013


É possível se virar na Hungria com o inglês? É o suficiente? Falar ou não falar a língua húngara? Eis a questão!

Para ler mais: Falar a língua local

Vídeo sobre Budapeste


Mais uma postagem sobre Budapeste, com co-autoria da Laís, do blog Híper básico.
Programa de televisão chamado “O mundo segundo os brasileiros”.

Aproveitem um Passeio por Budapeste.

Grata por ajudar.

quarta-feira, 17 de julho de 2013


Desde criança, um dos meus passatempos preferidos é apoiar as pessoas, ouvir e, se puder, ajudar a achar a melhor saída para um problema.

Não estou escrevendo sobre isso para mostrar a pessoa super legal que eu sou, resolvi escrever porque creio que muita gente não entenda esse meu comportamento. A maioria das pessoas não sabe o bem que isso faz A MIM! Talvez eu possa dizer que ajudo por egoísmo, porque me faz bem.

Hungria - Guerra das línguas

sexta-feira, 14 de junho de 2013


Texto no blog Brasileiras pelo mundo

Dificuldades na língua húngara.

"Aprender a língua húngara do zero foi uma grande façanha, muito esforço para reconhecer onde as palavras começavam e terminavam, depois para reconhecer a raiz da palavra – em húngaro são usados prefixos e sufixos que mudam o significado da palavra, dando sentido à explicações complexas vindas de uma simples e curta palavrinha"






Pequena crônica de uma brasa-ileira

quarta-feira, 22 de maio de 2013



Ela canta alto e fala mais alto ainda, quando briga é de megafone para que sua opinião seja escutada na devida intensidade de quem põe pra fora toda mágoa e paixão. Ela é feita de raios de sol e faísca de brasa e não se esfria sem soltar fumaça.

Vivendo entre „icebergs” e flocos de neve, impossível não marcar seu rastro esfumaçando o caminho, fazendo confusão e causando estranhamento por onde passa.

Por que ela queima? Por que deixa rastro?

Na bagagem: a força de vontade.

segunda-feira, 13 de maio de 2013


Texto publicado no blog Brasileiras pelo mundo.

"Mudar-se para um lugar diferente, se é bom ou ruim, é muito pessoal. Certas pessoas se apegam a um local, uma paisagem e passam a vida chorando porque tiveram que mudar de casa, outras trocam de endereço como quem troca de roupa, existe quem fale com tristeza do antigo endereço, tem quem fale com saudades e tem quem não ligue tanto para os caminhos percorridos e sim para seus destinos… Quanto ao novo endereço, existem as pessoas que se mudam de mau-humor, já pensando que vai odiar, as que são arrastadas chorando, tem as que vão numa boa, mas sem entusiasmo, tem as que vão cheias de sonhos e expectativas…"

Acorda Hungria!

terça-feira, 24 de julho de 2012




E enquanto o barco segue em frente no Danúbio, os húngaros seguem olhando para trás...

Amo a Hungria e adoro os húngaros, antes de mais nada, para deixar bem claro, mas as vezes eles  são criaturas bem estranhas e me deixam louca... Esse texto é apenas um desabafo e eu o fiz justamente porque sinto-me parte da Hungria, já tenho essa terra em tanta estima que começo a me revoltar e ficar indignada com certas atitudes.