Mostrando postagens com marcador romance. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador romance. Mostrar todas as postagens

Se eu tivesse mais alma...

terça-feira, 1 de outubro de 2019



Pegamos uma gripe daquelas!

As crianças não costumam ficar doentes, são fortes e passam anos sem faltar uma vez na escola por adoecerem, porém, na sexta-feira retrasada, Zsombi ficou em casa, quase com uma febre - o que pra ele é um indicativo de que o vírus foi forte. Não demorou muito para que Zsombor sentisse uma dor de garganta, devidamente ignorada, emendando com uma festa ao relento, comendo “pörkölt” apimentado, em volta da fogueira na casa do Matyi.

Resultado: uma semana de gripe para nós dois.

Meia vida de inteiros

quinta-feira, 17 de maio de 2018


 
E, de repente, faz 18 anos que te conheci, com 18...

Zsombor

sexta-feira, 11 de novembro de 2016


Na Hungria existe o costume de se comemorar o dia do nome. Cada dia possui um ou dois nomes para se comemorar. Karolina, por exemplo, é a versão húngara para o meu nome e é comemorado no dia 2 de fevereiro, Hunor (meu filho caçula) é comemorado no dia 10 de setembro. E no dia 8 de novembro, nesta semana, comemoramos o dia do nome Zsombor, nome do meu marido e do meu filho mais velho.

É inevitável pensar no que esse nome significa pra mim.

Vitória do amor

sexta-feira, 4 de março de 2016


 
Essa semana você viajou, mas está voltando para nosso aniversário de casamento. Casados há 11 e lutando por um futuro juntos já há 16.
Sozinha em casa, comecei a ouvir minha lista de músicas e cantei alto com umas que gosto, porém, entre a seleção, existem algumas que tocam mais alto no meu coração e eu escutei calada, relembrando...

De alma inteira

quarta-feira, 6 de maio de 2015

 
Faz 15 anos!
15 anos que meu coração dispara quando você chega. 15 anos de certeza sobre o que eu quero da vida. 15 anos entre lutas e conquistas. 15 anos de sonhos se realizando. 15 anos de nós dois.

Era uma vez...

quinta-feira, 9 de outubro de 2014




Era uma vez uma menina que sonhava escrever histórias encantadas.
Quando bem pequena, antes do tempo, queria saber escrever, vivia pedindo para copiar palavras que sua mãe escrevia num pedaço de papel ou pegava um livro e tentava copiá-lo. Depois de alfabetizada, sonhou com uma máquina de escrever, pois as histórias em quadrinho que fazia, ficariam mais bonitas com escritas de máquina. Certo dia, ela ganhou a máquina de natal, pois ainda acreditava em Papai Noel.

Perfeita Imperfeição

quinta-feira, 11 de setembro de 2014

 
"Sempre que escrevo sobre relacionamento, retrato o meu em momentos especiais, momentos que no futuro eu gostarei de ler e relembrar, momentos que eu considero importantes e acredito que retratem melhor a essência do que vivo. Isso pode dar a impressão de que jamais brigamos, que não existem dificuldades ou aqueles dias chatos, em que um dos dois está mal-humorado, ou quando os dois acordam com o pé esquerdo…"


Texto postado no blog Curta Crônicas: Clique aqui para continuar lendo!

Declaração


"Num final de semana, como outro qualquer, num almoço, como tantos outros que temos, eu, meu marido e meus dois filhos, de 5 e 7 anos, conversávamos sobre namoro.

Meu filho mais novo diz ter umas 10 namoradas na escolinha. Todas elas fazem desenhos pra eles, ele leva flores para elas… aquele namorinho ingênuo e puro de criança. Rimos muito com o jeitinho de conquistador deles. O mais velho está entrando na fase em que se afastam um pouco das meninas, mas ainda mantém uma ou duas que admira e que devemos pensar muito no presente pra levar à festa de aniversário (a última ganhou um diário e um vasinho de flores)."

Eles começaram a falar sobre a idade que queriam se casar e o tipo de esposa, ríamos com os comentários e incentivávamos as boas visões sobre o assunto, corrigíamos as ideias não tão boas – como a de se casar com 10, porque gosta de tantas hoje - quando meu marido deu-lhes um conselho:

- Prestem atenção – disse ele – o mais importante a se procurar na pessoa que você escolhe pra viver a seu lado é que ela seja sua melhor amiga... além de ser apaixonado por ela, claro. – sorriu pra mim - Eu desejo que vocês encontrem alguém, assim como sua mãe é para mim. Se vocês encontram a pessoa certa, como eu, não deixem nada ficar no caminho, ultrapassem o obstáculo que for, porque se você está do lado dela, nada pode dar errado na vida.

Ao ouvir suas palavras sinceras e ver os olhinhos das crianças numa atenção incomum e extremamente concentrada, interessada, uma lágrima escorreu pelo meu rosto e um sorriso emotivo trouxe outras em questão de segundos, no silêncio repleto de significados que se fez.

Nada pode dar errado na vida, ele tem razão.

Naquela mesa estava tudo o que me importa e, mais uma vez, fui grata a todas as lutas do meu passado, todas as vezes que cometi “loucuras” para ultrapassar barreiras e concretizar esse amor maluco nosso, grata por todas as escolhas acertadas que me trouxeram aqui. Meu coração cresceu até que eu pudesse senti-lo fora do peito, pulsando naqueles três homens da minha vida.

E ali estavam todos os significados da palavra amor, em olhares felizes e minhas lágrimas. Um “obrigada” que nem precisou ser dito, pois que ele expressava o mesmo em sorrisos.

Bendita seja essa minha loucura, toda teimosia e a sorte de ter topado com alguém tão obcecado pelo romantismo quanto eu!


Sem jogos

 

Nunca fui muito boa com joguinhos amorosos, fazer tipo... Minha sinceridade boba, inocente - ou mesmo cortante - sempre me deixou em desvantagem. Fui magoada... já magoei com isso... A verdade pode ser cruel, mas, ao mesmo tempo, é o caminho mais curto para se chegar exatamente onde quer.

Como confidente oficial das amigas – não sei por quê, mas acabo sempre sendo o “diário”, até mesmo de quem me conhece faz pouco tempo (ressaltando que eu adoro fazer isso) – frequentemente dou o mesmo conselho: seja sincera, abra o jogo e deixe as coisas claras. O que você realmente quer? Pergunte o que ele quer!

Deveria ser óbvio, mas esse conselho constantemente causa surpresa.

Desde o primeiro momento, soube que havia encontrado minha metade e a sinceridade dele apenas confirmou esse fato:

- Carol, vamos combinar uma coisa? – disse ele, ainda num dos primeiros encontros nossos.

- O que? – respondi com certa apreensão.

- Vamos manter as coisas assim, transparente, sem jogos?

Enquanto eu procurava assimilar o que isso podia significar, ele explicou:

- Não quero fingir que não quero te ligar, esperar a hora certa, o dia certo para isso. Não quero ter que pensar pra falar ou fazer de conta. Não quero esconder o que eu sinto! Quero poder te ligar todo dia se tiver vontade e dizer o que vem à minha cabeça.

Sorri aliviada, sabendo que tínhamos mais um ponto em comum. Percebi que estava diante do verdadeiro “ele”, não uma versão ilusória de primeiro encontro, e passei a amar até mesmo as coisas em que discordava, porque era ELE, de alma aberta para mim.

- Sem jogos – respondi. – Você não tem noção do quanto eu adoro essa ideia!

Sua sinceridade chegou a superar a minha, pois ele não pensava duas vezes para dizer o quanto eu estava linda, deixando-me encabulada com seu ar de admiração ou quando não gostou do meu corte de cabelo - até dei risada com seu desprendimento para dizer a verdade: “gostava mais do jeito que estava antes”. Em pouco tempo, tudo o que ele dizia tinha um significado genuíno. Eu sabia que não era somente para agradar que ele dizia que gostava do formato do meu nariz, que eu nunca gostei. Também sabia que ele não ia fazer tipo, dizendo que teria muitos compromissos e só poderíamos nos ver depois de um tempo... Fomos logo nos encontrando todos os dias e lamentando cada despedida. Não fingimos a ansiedade, nem os medos.

E foi sempre assim, transparente, limpo, sem adivinhações ou indiretas.

Muitos nos perguntam como mantemos, depois de 14 anos, esse aspecto de recém casados, de namorados que acabaram de se conhecer. Eu daria grande crédito à nossa constante sinceridade e mania de conversar todos os detalhes, até mesmo - ou principalmente - às briguinhas de horas, que sempre nos leva ao entendimento alheio.

Por que viver de indiretas? Esperar que o outro adivinhe seus sonhos e os realize? Por que não indicar um atalho, dizendo exatamente o que espera, para que se possa trabalhar em conjunto nisso? O relacionamento é um trabalho de equipe, é preciso conhecer muito bem a outra metade, saber seus próximos passos, para que se mantenha o ritmo, como numa dança ou um malabarismo - quando largamos a corda e temos certeza de que o outro está com a mão estendida para segurar.

O verdadeiro “eu”, sempre acaba se revelando, então, ou dá certo, ou não, de uma vez.

Sem jogos. Simples assim.

Evitando surpresas desagradáveis, que em anos serão descobertas, levando ao termino e um imenso tempo perdido. Montando bases fortes nas verdades, até mesmo nos defeitos – que fazem parte de qualquer pessoa – dando a chance para uma adaptação à eles... Afinal, se é pra valer, você ama até aquela mania chata que ele tem, ele ama até mesmo seus acessos de loucura e o “feliz para sempre” torna-se a realidade de quem conhece sua outra metade como se fosse a própria.

Sem jogos. Duas almas, a limpo.


Sorrisos

quarta-feira, 7 de maio de 2014


Catorze anos!
Faz todo esse tempo que me encontrei, perdendo-me no seu sorriso.
Lembrei de mim, uns momentos antes de te conhecer: tão cansada de acreditar em teorias sobre almas gêmeas; de idealizar uma metade que encaixasse perfeitamente; prestes a aceitar a versão menos romântica de que o amor se deve basear em amizade, apenas, sem brilhos nos olhos, sem minutos contados e borboletas no estômago...

Os sentidos de amar

sexta-feira, 1 de novembro de 2013



Com breves palavras minhas, o amor trata-se de atos aparentemente “sem sentido” aos observadores, que aguçam todos os sentidos dos que são afetados e faz a vida finalmente fazer sentido para quem vivencia.

Nas ondas

quinta-feira, 17 de outubro de 2013


Texto postado no blog Curta Crônicas.

"Destino: s.m. A fatalidade a que estariam sujeitas todas as pessoas e todas as coisas do mundo; fado; fortuna.

Fatalidade... Nossa! Pela definição do Aurélio, chega a dar medo. Não é tão romântico quanto o significado que eu criei para tal fenômeno. No meu dicionário pessoal, teria mais relação com o amor e a felicidade e não seria tão inflexível também.  Nunca consegui relacionar destino a coisas ruins, o que acontece de ruim só pode ser erro ou desvio do caminho, talvez o resultado da resistência a ele..."

Continuar lendo AQUI no Curta Crônicas

Contos de dragões.

sexta-feira, 20 de setembro de 2013


Texto meu, postado no blog Curta Crônica.

"A vida é feita de fases e é inevitável passar por momentos difíceis, momentos que requerem um pouco mais de força de vontade e imaginação, que te fazem levantar a espada e enfrentar o dragão, desmascarar a bruxa e suar um pouquinho (ou muito) procurando uma solução. Deveria eu reclamar da minha história por topar com dragões o tempo todo?..."

Para continuar a ler: Contos de dragões.

Só hoje.

terça-feira, 19 de março de 2013



Alta noite, longa noite essa, da sua volta para a Hungria. Estamos destinados a essas pequenas separações.

O relógio parou sem notícias suas, mas os ventos, do lado de fora da minha janela, passam tão rápidos que parecem lamentos de saudades e soam por volta da casa a te procurar, como se não soubessem que você não está. O frio instalou-se de repente e eu sei que isso vem da falta do seu abraço quente e dos seus apertões que me fazem rir com sua justificativa: “O amor às vezes dói”.

Enloucrescendo

quinta-feira, 14 de fevereiro de 2013



Desde sempre - talvez por minha mania com filmes românticos, letras de música melosas e poesias ou simplesmente pela natureza romântica de minha essência – fui inclinada a acreditar em destino. Coincidências e fatos secos nunca tiveram crédito em meu vocabulário, o que pode vir a me dar um título comum de sonhadora. Por algum motivo, sempre acreditei na magia da vida como explicação para tudo o que acontece e no amor, como função maior da existência humana. Que missão poderia ser maior do que aprender a amar e ser amada? Carreira? Não, nunca acreditei na carreira como parte do plano de vida e sim como instrumento para alcançar o que realmente importa. Os céticos que me perdoem, mas, como porta-voz dos sonhadores, tomo a carreira como peça de importância inferior a procura e dedicação ao grande amor. Sim, grande amor, daqueles que parecem até bobos e exagerados aos olhos desses mesmos céticos, mas que converte em um segundo, esses mesmos olhos,  ao mergulhar acidentalmente em outros com tal sentimento.

O Salto

quarta-feira, 6 de fevereiro de 2013



Mergulhada em afazeres e planos, o ano promete ser corrido e cheio de acontecimentos. Por consequência são esperadas algumas realizações também. São sonhos e esperanças de grandes realizações pessoais e profissionais.

Sobre o livro em si, da idéia de escrever um livro sobre o início do relacionamento, que fora bem conturbado, com meu esposo, nasceram velhos pensamentos e acontecimentos que estavam guardados embaixo de todo pó e bagunça do dia-a-dia desses anos que se passaram. A cada cena revivida, uma nova foi puxada: frases, idéias, planos e pequenos gestos, todos trazidos a tona. Desse emaranhado de coisas trazidas ao presente, foi-se esticando um enorme fio de uma história muito maior que a recordada até então. De um ano planejado para ser contado em um livro, eis que estou em duas semanas contadas em mais ou menos trezentas páginas, levando-me a um fim que me surpreendeu! Como é possível isso? Não posso contar ainda, para não estragar a surpresa da história real e íntima que venho contando. Tão íntima que vem me revelando muita coisa. Minha memória tem agido como uma melhor amiga que faz questão de contar e recontar detalhes, fazendo caras e bocas, mostrando de vários ângulos e pontos de vista, pedindo minha compreensão, minha opinião.

Terapia do amor

sexta-feira, 14 de dezembro de 2012


Photo from: http://www.diariodecasal.com.br/posts/o-tempo-e-o-melhor-amigo-do-amor-e-das-relacoes-em-geral/


Num casamento, uma das coisas mais importante é saber renovar e manter a paixão entre o casal. Com o tempo, nos acostumamos com a presença daquela pessoa que nos tirava o ar e fazia tudo parecer iluminado logo que víamos. Não me entendam mal, ainda espero ansiosa o final do dia de trabalho e meu coração ainda dispara de felicidade ao ver o carro estacionando na frente da casa e se tem algo que fazemos muito bem, é isso: manter a paixão acesa. Mas é algo se deve-se lembrar de cuidar, uma florzinha delicada que precisa da luz, da chama, para despertar todos os dias.

A máquina do tempo.

sexta-feira, 15 de junho de 2012



Comecei a escrever meu livro.

Deixei um pouco de navegar pela internet, enxerguei que escrever um livro não é uma das coisas que da pra fazer de pouquinho, e mergulhei no meu passado. Coloquei muita coisa de lado para entrar na máquina do tempo da escrita. E a viagem promete!


Esperava apenas contar minha história, mas em poucas páginas digitadas, ja percebo que além de contar, estou revendo tudo com novos olhos, como uma espectadora atônita com cada fato, como se não soubesse a continuação, sempre me surpreendendo com o que é descrito e contado. Aparecem sentimentos de dentro de mim, que eu não enxerguei da primeira vez que passei por ali, estava muito ocupada olhando para meus objetivos, e estou enxergando agora, realmente analisando cada ação e suas reações. Revivendo tudo de uma maneira diferente, reavaliando minha atitude sobre a vida. Mergulhar no meu passado promete ser uma viagem maravilhosa, cheia de aprendizados e encantamento, redescobrindo eu mesma, meus medos e meus desejos.

Nas reticências do amor.

sexta-feira, 2 de dezembro de 2011

Não consigo dormir, abro meus olhos e sinto sua respiração, quente e tranquila. Nunca gostei de respirar o mesmo ar que outras pessoas, quando criança costumava virar a cara quando dormia na cama com meus pais, ou meu irmão, ou primos, mas o ar que vem de você cheira algo entre chuva e manhã de primavera. Talvez seu perfume tenha sido feito especialmente para mim e por isso me embreaga e faz meu coração bater forte.

Romance barato

sexta-feira, 7 de outubro de 2011

Acordo naquele furacão de mil coisas a serem feitas, preparo o café pulando as roupas jogadas pelo chão, a mochila num canto, muitos pratos para lavar e aquela angústia de quem, no dia anterior, saiu logo cedo de casa com a família e só voltou a noite pra dormir, com tudo o que fez parte do antes de ontem ao seu redor... Sobe o sangue, desespero, nervoso... rápido, um gole de café enquanto vou fazendo a lista do que ainda tenho que fazer, olho para os lados num plano de limpeza interminável. Engulo o café e vou fazendo tudo ao mesmo tempo. Vou bufando e respondendo de jeito bruto, falta de organização me transforma e deixa verde, como o Hulk. Meu marido vê o desespero, me conhece, sabe que só terei paz com tudo em seu lugar, ele só terá paz assim... Então, entre uma brincadeira e outra com as crianças, ele me ajuda, recolhe coisas, estende roupas e com uma manhã de trabalho, tudo vai para seu devido lugar.


Ligue a música para continuar.