“Ela queria estar feliz e já se sentia assim.” Diz o livro “A Abadia de Northanger”, de Jane Austen, ao descrever a chegada de sua personagem principal, Catherine, ao seu destino.
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Já se sentia assim
terça-feira, 30 de junho de 2020
Postado por Carol Szabadkai
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Voando alto
quinta-feira, 9 de janeiro de 2020
Postado por Carol Szabadkai
A contagem regressiva para o final do ano; a expectativa de
um recomeço... Por que isso importa? Por que não fechar ou começar algo a
qualquer momento? Qual a necessidade de esperar aquela data durante dias ou até
meses? O que um novo número traz de real, palpável?
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Meia vida de inteiros
quinta-feira, 17 de maio de 2018
Postado por Carol Szabadkai
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Zsombor
O melhor lugar no mundo
quarta-feira, 4 de outubro de 2017
Postado por Carol Szabadkai
Cada um tem
uma visão diferente sobre o que é um lugar bom para se viver e desde que me
mudei para a Hungria, ouço muito sobre ser uma pessoa de sorte. Não nego,
amo esse país, mas o mais engraçado é que ouço dos húngaros justamente o
contrário: - Sério que você deixou o BRASIL pra morar aqui?
Para capturar a felicidade
sexta-feira, 19 de fevereiro de 2016
Postado por Carol Szabadkai
Adquiri
essa “mania” de buscar a felicidade. Na verdade, em grande parte, creio que ela
se encontre no costume de aceita-la, sabe-la, enxerga-la no cotidiano. No
entanto, passamos períodos onde ela se encontra encoberta, principalmente
quando esse céu cinza e insistente resolve pairar por nossas cabeças durante
muito tempo. O final do inverno é quase um final de maratona. Os dias frios são
suportados com dificuldade e ansiedade para que chegue a primavera. Uma
brasileira otimista, como eu, pode ter mais trabalho nessa época do ano e a
inspiração, juntamente com a energia, encontram-se lá com o sol, acenando de
longe, as vezes aparecem, mas não esquentam de verdade... É preciso de algo
mais para atraí-las.
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Rotinas
terça-feira, 9 de junho de 2015
Postado por Carol Szabadkai
Não suporto rotinas e tenho sérios problemas
com a mesmice.
Não é fácil manter uma vida de mãe-esposa-dona
de casa-escritora-blogueira sem uma rotina para desenvolver todos meus papéis
de maneira eficiente, mas por mais que eu lute com o fato, a rotina não me cai
bem.
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Terapia do amor
sexta-feira, 14 de dezembro de 2012
Postado por Carol Szabadkai
Num
casamento, uma das coisas mais importante é saber renovar e manter a paixão
entre o casal. Com o tempo, nos acostumamos com a presença daquela pessoa que nos tirava o
ar e fazia tudo parecer iluminado logo que víamos. Não me entendam mal, ainda
espero ansiosa o final do dia de trabalho e meu coração ainda dispara de
felicidade ao ver o carro estacionando na frente da casa e se tem algo que
fazemos muito bem, é isso: manter a paixão acesa. Mas é algo se deve-se lembrar
de cuidar, uma florzinha delicada que precisa da luz, da chama, para despertar todos
os dias.
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Passaram-se então, 2 meses de Brasil...
sexta-feira, 18 de maio de 2012
Postado por Carol Szabadkai
Uma longa
viagem de ida, mais de 30 horas de casa a casa, sem o marido, que ficou
trabalhando (alguém tem que ganhar dinheiro nessa casa, como ele mesmo diz)
passando por conexão
em aeroporto, com direito a adquirir uma virose (eu e o meu menorzinho) e
passar com ânsia de vômito o vôo de 11 horas... Chegamos vivos, o que é mais importante.
Romance barato
sexta-feira, 7 de outubro de 2011
Postado por Carol Szabadkai
Acordo naquele furacão de mil coisas a serem feitas, preparo o café pulando as roupas jogadas pelo chão, a mochila num canto, muitos pratos para lavar e aquela angústia de quem, no dia anterior, saiu logo cedo de casa com a família e só voltou a noite pra dormir, com tudo o que fez parte do antes de ontem ao seu redor... Sobe o sangue, desespero, nervoso... rápido, um gole de café enquanto vou fazendo a lista do que ainda tenho que fazer, olho para os lados num plano de limpeza interminável. Engulo o café e vou fazendo tudo ao mesmo tempo. Vou bufando e respondendo de jeito bruto, falta de organização me transforma e deixa verde, como o Hulk. Meu marido vê o desespero, me conhece, sabe que só terei paz com tudo em seu lugar, ele só terá paz assim... Então, entre uma brincadeira e outra com as crianças, ele me ajuda, recolhe coisas, estende roupas e com uma manhã de trabalho, tudo vai para seu devido lugar.
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