De repente, como num filme de ficção científica,
passamos a viver a realidade de uma pandemia, suas restrições e seus rastros,
suas sombras...
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Não dessa vez...
quinta-feira, 2 de abril de 2020
Postado por Carol Szabadkai
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Voando alto
quinta-feira, 9 de janeiro de 2020
Postado por Carol Szabadkai
A contagem regressiva para o final do ano; a expectativa de
um recomeço... Por que isso importa? Por que não fechar ou começar algo a
qualquer momento? Qual a necessidade de esperar aquela data durante dias ou até
meses? O que um novo número traz de real, palpável?
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É difícil assim mesmo
terça-feira, 28 de novembro de 2017
Postado por Carol Szabadkai
Muitas de
nós, sonhou a vida toda com o príncipe encantado e para algumas, assim como eu,
ele veio de um reino muito distante, trazendo consigo uma linda história de
amor, mas também muitos obstáculos.
Janela em Budapeste
quarta-feira, 26 de julho de 2017
Postado por Carol Szabadkai
Quando a vida está acontecendo de maneira
peculiar, com novas aventuras e decisões, o tempo para descrevê-la se reduz
proporcionalmente.
Muitas
vezes me arrependo por não ter escrito minha história de amor enquanto
acontecia. Teria facilitado a escrita do meu livro Grãos de Areia e sua
continuação, que ainda se encontra em fase de criação. Mas em momentos como o
que estou vivendo, recordo-me do porquê de não ter escrito: eu tinha que vivê-lo!
Para capturar a felicidade
sexta-feira, 19 de fevereiro de 2016
Postado por Carol Szabadkai
Adquiri
essa “mania” de buscar a felicidade. Na verdade, em grande parte, creio que ela
se encontre no costume de aceita-la, sabe-la, enxerga-la no cotidiano. No
entanto, passamos períodos onde ela se encontra encoberta, principalmente
quando esse céu cinza e insistente resolve pairar por nossas cabeças durante
muito tempo. O final do inverno é quase um final de maratona. Os dias frios são
suportados com dificuldade e ansiedade para que chegue a primavera. Uma
brasileira otimista, como eu, pode ter mais trabalho nessa época do ano e a
inspiração, juntamente com a energia, encontram-se lá com o sol, acenando de
longe, as vezes aparecem, mas não esquentam de verdade... É preciso de algo
mais para atraí-las.
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Grãos de Areia nascendo!
terça-feira, 3 de março de 2015
Postado por Carol Szabadkai
Sabe quando você está tão feliz que não cabe em
si? Hoje é um dia assim!
Eu já tinha muitos motivos para estar feliz
hoje, meu filho tirou notas boas na prova, o marido foi elogiado pelo
maravilhoso trabalho como diretor de projeto, minha mãe chega hoje para me visitar,
depois de 1 ano sem vê-la, daqui 2 dias completo 10 anos de casada com minha
alma gêmea e melhor amigo... Mas aí vem aquela notícia que te transborda: meu
livro está pronto para impressão!
E sabe quanta luta e insistência isso
significa?
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Era uma vez...
quinta-feira, 9 de outubro de 2014
Postado por Carol Szabadkai
Era uma vez
uma menina que sonhava escrever histórias encantadas.
Quando bem
pequena, antes do tempo, queria saber escrever, vivia pedindo para copiar
palavras que sua mãe escrevia num pedaço de papel ou pegava um livro e tentava copiá-lo.
Depois de alfabetizada, sonhou com uma máquina de escrever, pois as histórias
em quadrinho que fazia, ficariam mais bonitas com escritas de máquina. Certo
dia, ela ganhou a máquina de natal, pois ainda acreditava em Papai Noel.
Certa noite
sexta-feira, 18 de abril de 2014
Postado por Carol Szabadkai
"Certa noite,tive um sonho. Foi um sonho tão vivo, que carrego como lembrança de algo que vivi. E qual a diferença entre uma lembrança vivida e uma sonhada?"
Texto publicado no blog Curta Crônicas.
Para ler a continuação, clique AQUI.
Certa noite
sexta-feira, 11 de outubro de 2013
Postado por Carol Szabadkai
Meu avô Noé faz 99 anos nessa semana.
Ele sempre disse que chegaria aos 100. Faleceu da
maneira mais calma e bonita que se pode imaginar aos 88: no seu sítio, nos
braços da sua amada Encarnação, minha avó.
O vô Noé era uma pessoa de muita paz de
espírito, conseguia controlar seu corpo e sua mente de maneira extraordinária.
Foi ele quem escolheu a hora e a maneira de partir desse plano, eu tenho
certeza. No último final de semana junto a ele, na despedida, fui duas vezes
lhe dar um beijo, não sei por quê, e ele sorriu olhando-me nos olhos:
-Tchau fia! – foi diferente.
Caminhando.
terça-feira, 17 de setembro de 2013
Postado por Carol Szabadkai
E a vida se abre
em um novo caminho…
Primeiro a proposta,
uma felicidade repentina... Comemoração... E então um medo desses que travam
tudo: a respiração, a inspiração, a opinião…
Fiquei sem saber
o que dizer, o que escrever… Preferi abster-me do tema. A bagunça de
sentimentos foi enorme e explodiu em mistos de sentimentos e ondas entre
positivo e negativo.
Passo a passo.
quinta-feira, 27 de junho de 2013
Postado por Carol Szabadkai
Sigo com meus
pequenos passos, calçando apenas 34. A distância do objetivo nunca me assustou,
assusta-me não tê-lo.
E quantas vezes
já me aconteceu de olhar pra frente e ver um ponto beeem distante, chamado de
meta ou sonho?
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O melhor e o pior de mim
quinta-feira, 25 de abril de 2013
Postado por Carol Szabadkai
Ser feliz tem seu preço?
Das coisas estúpidas que carrego comigo,
uma delas é a crença de que minha felicidade tem um preço. Sou feliz a maior
parte do tempo e nesses dias em que estou triste, esses dias contados já há
mais de semanas quando estou longe de minha metade, eu chego a acreditar que é
merecido, é minha parte de tristeza obrigatória por ano.
Mas que besteira é essa? Por que eu seria
punida por ser feliz? Por que me sentiria culpada por ser mais feliz que
muitos?
Tudo mudou...
terça-feira, 2 de abril de 2013
Postado por Carol Szabadkai
“... e a partir daí, tudo mudou...”
A frase que muitas pessoas temem, que traz como
companheiro o maior dos medos do ser humano: o desconhecido.
Mudanças sempre vem com ansiedade e
preocupação, no entanto, também podem ser acompanhadas de libertação, de solução, de novos
sonhos, sonhos realizados...
Ao mudarem, as coisas costumam parecer
turvas, disformes, ameaçadoras... Os maiores e mais aterrorizantes monstros
sempre foram aqueles que vem do escuro, os que não vemos ou só enxergamos as sombras,
no jogo de luz que aumenta e molda em padrões alarmantes. A luz do sol não mata
o vampiro porque o queima e sim, porque o exibi, mostrando que visto de perto,
não assusta tanto assim. Do mesmo modo é mudar algo na vida, assim é mudar de
vida. O imprevisto assusta e é preciso de coragem para vê-lo de perto.
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Sonhos de insônia
quinta-feira, 28 de fevereiro de 2013
Postado por Carol Szabadkai
De malas fechadas e espírito alvoroçado, preparo-me para
mais uma viagem de volta às raízes.
Há um ano atrás eu fazia o mesmo percurso até o Brasil,
porém com pouco menos ansiedade que hoje. Essa ansiedade não se encontra no
medo de avião, ou nas vinte e quatro horas de correria, de casa ao aeroporto,
de um aeroporto a outro, depois mais outro e novamente de carro até em casa,
tudo com duas crianças para acompanhar - hoje ainda tem o marido de quebra,
para tranquilizar. Não é isso que me tira o sono e faz pensar de madrugada,
quando o som do resto do mundo é menor que os da minha cabeça e qualquer
pensamento transforma-se em altos gritos para me alertar. Dessa vez, gritam
esperanças de um começo, de uma estréia.
Enloucrescendo
quinta-feira, 14 de fevereiro de 2013
Postado por Carol Szabadkai
Desde
sempre - talvez por minha mania com filmes românticos, letras de música melosas
e poesias ou simplesmente pela natureza romântica de minha essência – fui inclinada
a acreditar em destino. Coincidências e fatos secos nunca tiveram crédito em
meu vocabulário, o que pode vir a me dar um título comum de sonhadora. Por
algum motivo, sempre acreditei na magia da vida como explicação para tudo o que
acontece e no amor, como função maior da existência humana. Que missão poderia
ser maior do que aprender a amar e ser amada? Carreira? Não, nunca acreditei na
carreira como parte do plano de vida e sim como instrumento para alcançar o que
realmente importa. Os céticos que me perdoem, mas, como porta-voz dos
sonhadores, tomo a carreira como peça de importância inferior a procura e
dedicação ao grande amor. Sim, grande amor, daqueles que parecem até bobos e
exagerados aos olhos desses mesmos céticos, mas que converte em um segundo,
esses mesmos olhos, ao mergulhar acidentalmente
em outros com tal sentimento.
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Renúncias
quinta-feira, 11 de outubro de 2012
Postado por Carol Szabadkai
Não quero
uma vida de renúncias, quero uma vida de escolhas!
Não
renuncio a nenhuma possibilidade e sempre escolho o que me parece melhor, o que
me faz mais feliz, mais inteira, o que me deixa mais possibilidades para chegar
as outras opções desejadas também.
A
felicidade de um grupo (uma família, uma sociedade), começa sempre pela
própria. Só quem é feliz, pode espalhar felicidade. Assim como, só quem sabe,
pode espalhar sabedoria. Renúncia é arma para exércitos comandados, para soldados
que aprendem a fazer o que mandam, até matar sem pensar. Eu não renuncio à
minha opinião, à minha vontade própria.
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Sonhando em vóz alta
sábado, 4 de fevereiro de 2012
Postado por Carol SzabadkaiHá muito tempo que se esconde no coração uma vontade, algo que só você sabe que quer muito, que precisa. Essa vontade passa a todo minuto pela sua cabeça e em planos, vistos de mil ângulos, revela-se impossível. Porém esse é um dos maiores disfarces de um sonho, parecer impossível. É isso o que os sonhos fazem, escondem-se aos olhos dos céticos, fantasiam-se de absurdo e loucura.
Eu sonho muito...
sexta-feira, 18 de novembro de 2011
Postado por Carol SzabadkaiMeu trabalho tem virado pura obseção. Estou viciada em ter contato com as pessoas, estou viciada nos agradecimento que elas fazem e mais do que tudo, estou viciada em ajudá-las.
Começamos o Clube das mães e pais blogueiros com a simples idéia de dar umas dicas para que esses pais pudessem fazer um trabalho melhor com suas divulgações de causas, com a troca de informações e até mesmo na esperança de ajudar um ou outro a fazer disso um trabalho, podendo ficar em casa com o filho e ainda tirar um dinheiro com seu blog. Parece sonho, mas é perfeitamente possível, vendo alguns históricos por aí, no mundo das mães empreendedoras. No entanto esse projeto tem sido tão mais que isso!
Lente do amor.
sexta-feira, 5 de agosto de 2011
Postado por Carol SzabadkaiPara quem não leu o meu último texto, "Eu e o monstro", falei sobre minha insegurança e de como me sinto em vários momentos na minha vida, inclusive agora. Medo do que vem pela frente e sensação de ser uma pessoa fraca.
Nunca me enxerguei como uma mulher forte, na verdade me sinto bem pequena por diversas vezes, não só pelo fato de medir 1,53m, mas também por esse sentimento de ser minúscula diante dum mundo tão grande.
Meu marido lê meus textos, sempre que pode, antes de serem colocados no blog, e ele é meu leitor mais exigente, fala o que acha que não está bom, ou se sente falta de alguma explicação. Diria que ele é um ótimo controle de qualidade.
Quando ele leu meu texto essa semana e o quanto me sinto insegura, sua reação foi diferente, ficou pensativo e por fim disse:
-Está ótimo, mas não é verdade.- Sério e direto.
Eu precisei de um segundo, balancei a cabeça e perguntei:
-Como assim não é verdade? Eu me sinto assim, descrevi cada sentimento meu! Eu sou assim.
Mas ele discordou e começou a me dizer o que ele vê, meu portifólio de grandes feitos corajosos, para o qual nunca olhei. Começou me provando que não posso ser insegura, pois em uma briga sempre me agarro ao que eu sei e acredito. - Certo, sou boa de briga, mas não quer dizer que sou segura. - Depois mostrou-me o significado de ser uma pessoa insegura. - Uma pessoa insegura não tem onde se segurar, não sabe no que acreditar e não tem opiniões próprias formadas. - E então mudou minha vida, outra vez, dizendo o que jamais ouvi e enxerguei:
- Amor, como você pode ser insegura se quando não tínhamos nada para nos segurar, nos seguramos em nós mesmos, no que sabíamos e acreditávamos, para que pudessemos convencer outros e vencer obstáculos? Quando não sabíamos como poderíamos nos ver novamente ou quando, você estava tão segura de si, que seus pais apoiaram. Não foram outras pessoas, foi você e sua segurança que nos trouxe aqui! Você sabia o que queria, nós juntos, os filhos, a casa... Você soube a hora de ir para o Brasil tentar e estava segura na hora de voltar para a Hungria. Eu, muitas vezes me seguro em você! Você sabe melhor que ninguém onde quer chegar e chega lá.
As palavras dele me calaram. Foram vários os exemplos, mas eu estava tão confusa... Senti uma emoção diferente, vontade de chorar e orgulho de mim mesma, como se ele estivesse me apresentando a um novo "eu". Seria eu essa pessoa forte de quem ele estava falando? Eu reconhecia os fatos, mas nunca vi aquela personagem, aquela heroína que ele enxergou desde o começo. Eu precisei de tempo para pensar em mim como aquilo tudo que ele me contou. E por que eu não me enxerguei assim nunca? Por que ainda é difícil enxergar?
Engraçado que a Carolina que ele apresentou foi a que sempre sonhei em ser. Fiquei pensando se ela realmente existe dentro de mim, se está esperando o momento que eu acredite nela para tomar seu lugar no meu espelho também, onde meus olhos também seriam hábeis para ver o que os do meu marido vêem há tanto tempo. E que revelação seria ver essa Carolina gigante, em contraste com a baixinha tímida que conheço...
As pessoas acham que conhecem a si mesmas, mas vem um olhar de fora, uma lente diferente, que vê além do que elas mesmas sentem, por baixo de roupas, pele, sentimentos e frustrações, a alma pura de como deveria ser se não estivessem ali os medos e todo o lixo que elas vão acumulando durante a vida, tudo de mal que falam delas e que acabam acreditando...
Pessoas de muita sorte as que tem um raio X como o meu, uma lente do amor, para levantá-las nos momentos de fraquezas e mostrar-lhes uma imagem revolucionária, alguém que nem elas e nem outros no mundo acreditariam que existe. Alguém que mostra o tipo de pessoa que você pode ser, se buscar aquilo que ele enxerga no fundo do seu lago turvo. Um ídolo de você mesma para seguir.
Obrigada amor, por enxergar minha alma. Em VOCÊ é que me seguro, minha fonte de força. E se sou tudo isso o que você vê, é possível somente por um motivo, por estar ao seu lado e ter, como força, o seu amor. Você me dá motivos para lutar e, com sua lente mágica, me mostra o tipo de pessoa que posso ser.
Medo medo medo...
sexta-feira, 11 de março de 2011
Postado por Carol Szabadkai
Escrever, escrever... Só pensei em escrever e deixar que os outros leiam meus pensamentos e confissões mais íntimos. Decidi ser escritora e descobri que seria terrivelmente feliz com essa decisão. Que idéia brilhante! Palavras impressas e lidas... realmente uma vida glamurosa... Sempre amei escrever pra mim mesma, ou simplesmente para animar minhas amigas, para contar minhas aventuras e idéias malucas... Mas não tinha parado pra pensar o quanto seria difícil realizar essa decisão... Como ser uma escritora? Por onde começar?
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