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Não dessa vez...

quinta-feira, 2 de abril de 2020


 

De repente, como num filme de ficção científica, passamos a viver a realidade de uma pandemia, suas restrições e seus rastros, suas sombras...

Voando alto

quinta-feira, 9 de janeiro de 2020



A contagem regressiva para o final do ano; a expectativa de um recomeço... Por que isso importa? Por que não fechar ou começar algo a qualquer momento? Qual a necessidade de esperar aquela data durante dias ou até meses? O que um novo número traz de real, palpável?

Se eu tivesse mais alma...

terça-feira, 1 de outubro de 2019



Pegamos uma gripe daquelas!

As crianças não costumam ficar doentes, são fortes e passam anos sem faltar uma vez na escola por adoecerem, porém, na sexta-feira retrasada, Zsombi ficou em casa, quase com uma febre - o que pra ele é um indicativo de que o vírus foi forte. Não demorou muito para que Zsombor sentisse uma dor de garganta, devidamente ignorada, emendando com uma festa ao relento, comendo “pörkölt” apimentado, em volta da fogueira na casa do Matyi.

Resultado: uma semana de gripe para nós dois.

Carta para uma adolescente

quinta-feira, 13 de dezembro de 2018



Querida Carol adolescente,

        Aqui quem te escreve é você mesma, aos 40 anos. Você deve ter me imaginado velha nesse momento, pois nem completou a metade disso ainda, mas posso te garantir que os anos mais felizes da sua vida estão por vir e você se sentirá tão bem aos 40, que não terá o desejo de ser mais nova. Na verdade, você está agora no período mais confuso e difícil da sua vida e é por esse motivo que te escrevo hoje.
        
        Você tem uma vida feliz, com uma família maravilhosa, sem reais problemas financeiros, e tem amigos que irão permanecer até os dias de hoje. Tem pouco do que reclamar, em geral, mas sofre... sofre como todo adolescente.

Meia vida de inteiros

quinta-feira, 17 de maio de 2018


 
E, de repente, faz 18 anos que te conheci, com 18...

É difícil assim mesmo

terça-feira, 28 de novembro de 2017


 
Muitas de nós, sonhou a vida toda com o príncipe encantado e para algumas, assim como eu, ele veio de um reino muito distante, trazendo consigo uma linda história de amor, mas também muitos obstáculos.

A coleção

quarta-feira, 8 de novembro de 2017

 
Morar longe do lugar em que crescemos, viver fora do país onde nascemos, implica em muitas surpresas com a maneira que pensamos e usamos as lembranças. Para a sobrevivência, é necessário que se enxergue o melhor em cada detalhe, é imprescindível que o lado positivo seja tirado, nem que forçadamente, uma lasquinha...

Janela em Budapeste

quarta-feira, 26 de julho de 2017

 



Quando a vida está acontecendo de maneira peculiar, com novas aventuras e decisões, o tempo para descrevê-la se reduz proporcionalmente.
 
Muitas vezes me arrependo por não ter escrito minha história de amor enquanto acontecia. Teria facilitado a escrita do meu livro Grãos de Areia e sua continuação, que ainda se encontra em fase de criação. Mas em momentos como o que estou vivendo, recordo-me do porquê de não ter escrito: eu tinha que vivê-lo!

Vitória do amor

sexta-feira, 4 de março de 2016


 
Essa semana você viajou, mas está voltando para nosso aniversário de casamento. Casados há 11 e lutando por um futuro juntos já há 16.
Sozinha em casa, comecei a ouvir minha lista de músicas e cantei alto com umas que gosto, porém, entre a seleção, existem algumas que tocam mais alto no meu coração e eu escutei calada, relembrando...

Os dilemas de Hunor

quarta-feira, 21 de outubro de 2015


 
Hunor, meu filho caçula, é puro sentimento. As pessoas vivem dizendo que ele tem alma de artista. Ele tem muito interesse por música, teatro, filmes, dança... e vive a sonhar.

Brasil, uma breve visita.

quarta-feira, 5 de agosto de 2015



E um mês nunca passou tão rápido quanto este...

Em julho, depois de mais de 2 anos, finalmente visitei meu Brasil, minha cidade, minha linda família e meus muitos amigos.

Normalmente, em minhas visitas ao Brasil, os dias de semana passam tranquilos e os finais de semana são sempre cheios de encontros entre família e amigos. Dessa vez, foi um pouco diferente, pois tratou-se de uma nova fase em minha vida: eu escritora, realizando meu sonho e trabalhando muito para isso.

Rotinas

terça-feira, 9 de junho de 2015

 
Não suporto rotinas e tenho sérios problemas com a mesmice.

Não é fácil manter uma vida de mãe-esposa-dona de casa-escritora-blogueira sem uma rotina para desenvolver todos meus papéis de maneira eficiente, mas por mais que eu lute com o fato, a rotina não me cai bem.

De alma inteira

quarta-feira, 6 de maio de 2015

 
Faz 15 anos!
15 anos que meu coração dispara quando você chega. 15 anos de certeza sobre o que eu quero da vida. 15 anos entre lutas e conquistas. 15 anos de sonhos se realizando. 15 anos de nós dois.

O Brasil de longe

quinta-feira, 9 de outubro de 2014

http://curtacronicas.com/2014/09/01/o-brasil-de-longe/
 
Sair de casa, do seu país, pode mudar sua visão de vida para sempre, pode mudar sua casa de formas que você jamais imaginou… Como dizem: “voltar para casa é impossível”.
 
Antes de conhecer o húngaro que virou minha vida de cabeça para baixo, eu pensava da seguinte forma: achava que outros lugares no mundo deveriam ser bonitos, mas tinha a ideia fixa de que sair do Brasil, ir para outro continente, era algo muito difícil, só para quem tem muito dinheiro e que o Brasil me oferecia tanta beleza, que eu não precisava ir até outro país jamais. Estava feliz em minha pátria e tinha planos de não tirar os pezinhos dela.

Dez razões para morar na Hungria

 
Apenas dez, das muitas razões para se morar e viver feliz para sempre na Hungria.
Texto postado no blog Brasileiras pelo mundo.
 
Para ler, clique AQUI.

Perfeita Imperfeição

quinta-feira, 11 de setembro de 2014

 
"Sempre que escrevo sobre relacionamento, retrato o meu em momentos especiais, momentos que no futuro eu gostarei de ler e relembrar, momentos que eu considero importantes e acredito que retratem melhor a essência do que vivo. Isso pode dar a impressão de que jamais brigamos, que não existem dificuldades ou aqueles dias chatos, em que um dos dois está mal-humorado, ou quando os dois acordam com o pé esquerdo…"


Texto postado no blog Curta Crônicas: Clique aqui para continuar lendo!

Sem jogos

 

Nunca fui muito boa com joguinhos amorosos, fazer tipo... Minha sinceridade boba, inocente - ou mesmo cortante - sempre me deixou em desvantagem. Fui magoada... já magoei com isso... A verdade pode ser cruel, mas, ao mesmo tempo, é o caminho mais curto para se chegar exatamente onde quer.

Como confidente oficial das amigas – não sei por quê, mas acabo sempre sendo o “diário”, até mesmo de quem me conhece faz pouco tempo (ressaltando que eu adoro fazer isso) – frequentemente dou o mesmo conselho: seja sincera, abra o jogo e deixe as coisas claras. O que você realmente quer? Pergunte o que ele quer!

Deveria ser óbvio, mas esse conselho constantemente causa surpresa.

Desde o primeiro momento, soube que havia encontrado minha metade e a sinceridade dele apenas confirmou esse fato:

- Carol, vamos combinar uma coisa? – disse ele, ainda num dos primeiros encontros nossos.

- O que? – respondi com certa apreensão.

- Vamos manter as coisas assim, transparente, sem jogos?

Enquanto eu procurava assimilar o que isso podia significar, ele explicou:

- Não quero fingir que não quero te ligar, esperar a hora certa, o dia certo para isso. Não quero ter que pensar pra falar ou fazer de conta. Não quero esconder o que eu sinto! Quero poder te ligar todo dia se tiver vontade e dizer o que vem à minha cabeça.

Sorri aliviada, sabendo que tínhamos mais um ponto em comum. Percebi que estava diante do verdadeiro “ele”, não uma versão ilusória de primeiro encontro, e passei a amar até mesmo as coisas em que discordava, porque era ELE, de alma aberta para mim.

- Sem jogos – respondi. – Você não tem noção do quanto eu adoro essa ideia!

Sua sinceridade chegou a superar a minha, pois ele não pensava duas vezes para dizer o quanto eu estava linda, deixando-me encabulada com seu ar de admiração ou quando não gostou do meu corte de cabelo - até dei risada com seu desprendimento para dizer a verdade: “gostava mais do jeito que estava antes”. Em pouco tempo, tudo o que ele dizia tinha um significado genuíno. Eu sabia que não era somente para agradar que ele dizia que gostava do formato do meu nariz, que eu nunca gostei. Também sabia que ele não ia fazer tipo, dizendo que teria muitos compromissos e só poderíamos nos ver depois de um tempo... Fomos logo nos encontrando todos os dias e lamentando cada despedida. Não fingimos a ansiedade, nem os medos.

E foi sempre assim, transparente, limpo, sem adivinhações ou indiretas.

Muitos nos perguntam como mantemos, depois de 14 anos, esse aspecto de recém casados, de namorados que acabaram de se conhecer. Eu daria grande crédito à nossa constante sinceridade e mania de conversar todos os detalhes, até mesmo - ou principalmente - às briguinhas de horas, que sempre nos leva ao entendimento alheio.

Por que viver de indiretas? Esperar que o outro adivinhe seus sonhos e os realize? Por que não indicar um atalho, dizendo exatamente o que espera, para que se possa trabalhar em conjunto nisso? O relacionamento é um trabalho de equipe, é preciso conhecer muito bem a outra metade, saber seus próximos passos, para que se mantenha o ritmo, como numa dança ou um malabarismo - quando largamos a corda e temos certeza de que o outro está com a mão estendida para segurar.

O verdadeiro “eu”, sempre acaba se revelando, então, ou dá certo, ou não, de uma vez.

Sem jogos. Simples assim.

Evitando surpresas desagradáveis, que em anos serão descobertas, levando ao termino e um imenso tempo perdido. Montando bases fortes nas verdades, até mesmo nos defeitos – que fazem parte de qualquer pessoa – dando a chance para uma adaptação à eles... Afinal, se é pra valer, você ama até aquela mania chata que ele tem, ele ama até mesmo seus acessos de loucura e o “feliz para sempre” torna-se a realidade de quem conhece sua outra metade como se fosse a própria.

Sem jogos. Duas almas, a limpo.


Peças do futuro

quarta-feira, 10 de setembro de 2014

 
Ele entra lentamente, veste um casaco de couro preto, já surrado pelo tempo, um chapeuzinho cinza, típico da idade, se vê muito desses chapéus por aqui, aqueles que parecem uma boina. Seu andar é lento, trêmulo. Rosto marcado, branquinho. Dirige-se ao caixa e faz seus pedidos. Pede pão e algumas guloseimas, parece satisfeito...
Eu mexo meu cappuccino e tento escrever algo no caderno aberto, mas sinto-me mais atraída pela cena na cafeteria.

Certa noite

sexta-feira, 18 de abril de 2014


 
"Certa noite,tive um sonho. Foi um sonho tão vivo, que carrego como lembrança de algo que vivi. E qual a diferença entre uma lembrança vivida e uma sonhada?"

http://curtacronicas.com/2014/04/17/certa-noite/
 
Texto publicado no blog Curta Crônicas.
 
Para ler a continuação, clique AQUI.

Presente do tempo

terça-feira, 25 de março de 2014

http://curtacronicas.com/2014/03/20/presente-do-tempo/#comment-4159
 
Texto publicado no blog Curta Crônicas.
 
Pensando em como eu era antes e como eu sou depois de você, entendi os tempos do viver.
 
Eu era passado, vivia de uma saudade de coisas que se foram.Sem caminho certo, sem a sua mão para me guiar, era sempre mais seguro – e mais bonito – olhar para trás. Vivi de lembranças e de um pensamento inútil, feito de “Como seria se…”.
 
Mas isso porque eu não tinha você! Meu presente era insosso, meu futuro era incerto e no passado eu era imagens…