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Já se sentia assim

terça-feira, 30 de junho de 2020


“Ela queria estar feliz e já se sentia assim.” Diz o livro “A Abadia de Northanger”, de Jane Austen, ao descrever a chegada de sua personagem principal, Catherine, ao seu destino.


Voando alto

quinta-feira, 9 de janeiro de 2020



A contagem regressiva para o final do ano; a expectativa de um recomeço... Por que isso importa? Por que não fechar ou começar algo a qualquer momento? Qual a necessidade de esperar aquela data durante dias ou até meses? O que um novo número traz de real, palpável?

O melhor lugar no mundo

quarta-feira, 4 de outubro de 2017



Cada um tem uma visão diferente sobre o que é um lugar bom para se viver e desde que me mudei para a Hungria, ouço muito sobre ser uma pessoa de sorte. Não nego, amo esse país, mas o mais engraçado é que ouço dos húngaros justamente o contrário: - Sério que você deixou o BRASIL pra morar aqui?

Para capturar a felicidade

sexta-feira, 19 de fevereiro de 2016

 
 
Adquiri essa “mania” de buscar a felicidade. Na verdade, em grande parte, creio que ela se encontre no costume de aceita-la, sabe-la, enxerga-la no cotidiano. No entanto, passamos períodos onde ela se encontra encoberta, principalmente quando esse céu cinza e insistente resolve pairar por nossas cabeças durante muito tempo. O final do inverno é quase um final de maratona. Os dias frios são suportados com dificuldade e ansiedade para que chegue a primavera. Uma brasileira otimista, como eu, pode ter mais trabalho nessa época do ano e a inspiração, juntamente com a energia, encontram-se lá com o sol, acenando de longe, as vezes aparecem, mas não esquentam de verdade... É preciso de algo mais para atraí-las.

Despedida

segunda-feira, 30 de março de 2015


 
Mais uma vez chega a hora da despedida... Coração apertado, choro preso (já é bem difícil pras crianças com nossos sorrisos, imagina se soltamos as lágrimas!), um sentimento de vazio de quem vai se afastando de um pedacinho de si. As crianças pediram para que a vovó ficasse e disseram mil vezes “Eu te amo”, no último beijo. Perguntaram quando é que nós vamos ao Brasil e ainda não pudemos dar uma data certa (faz dois anos que não vamos)...

Neste exato momento

quinta-feira, 11 de setembro de 2014


"As pessoas estão acostumadas a se concentrar nas próprias histórias. O que estou passando agora, é o que define meu humor, minha força de vontade, minha maneira de interagir com outros… Quando estamos mal, o mundo todo parece cruel e nos tornamos mais introspectivos.
 
Pois nesse momento é que deveríamos olhar para outras histórias…"


Texto postado no blog Curta Crônicas: Clique aqui para continuar lendo!

A minha realidade.

quarta-feira, 2 de outubro de 2013


Texto lançado no blog Curta Crônicas com o tema proposto: Imagem - Realidade X Internet.

"Há uns dias atrás me deparei com um desses recados compartilhados da rede, que mostrava duas fotos, uma, considerada muito bonita pelos padrões de beleza mundial, a outra, considerada feia por esses mesmos padrões. Acima exibiam títulos: foto de perfil, foto real.
Fiquei pensando naquilo.
O que é a realidade? É algo que todos dizem pra você como é ou é a maneira que você vê?"

Para ler mais: A minha realidade.

Caminhando.

terça-feira, 17 de setembro de 2013



E a vida se abre em um novo caminho…

Primeiro a proposta, uma felicidade repentina... Comemoração... E então um medo desses que travam tudo: a respiração, a inspiração, a opinião…

Fiquei sem saber o que dizer, o que escrever… Preferi abster-me do tema. A bagunça de sentimentos foi enorme e explodiu em mistos de sentimentos e ondas entre positivo e negativo.

Sonhos de insônia

quinta-feira, 28 de fevereiro de 2013


foto de http://www.gwoltal.myfastmail.com/files/Dreams%20Book

De malas fechadas e espírito alvoroçado, preparo-me para mais uma viagem de volta às raízes.

Há um ano atrás eu fazia o mesmo percurso até o Brasil, porém com pouco menos ansiedade que hoje. Essa ansiedade não se encontra no medo de avião, ou nas vinte e quatro horas de correria, de casa ao aeroporto, de um aeroporto a outro, depois mais outro e novamente de carro até em casa, tudo com duas crianças para acompanhar - hoje ainda tem o marido de quebra, para tranquilizar. Não é isso que me tira o sono e faz pensar de madrugada, quando o som do resto do mundo é menor que os da minha cabeça e qualquer pensamento transforma-se em altos gritos para me alertar. Dessa vez, gritam esperanças de um começo, de uma estréia.

Acorda Hungria!

terça-feira, 24 de julho de 2012




E enquanto o barco segue em frente no Danúbio, os húngaros seguem olhando para trás...

Amo a Hungria e adoro os húngaros, antes de mais nada, para deixar bem claro, mas as vezes eles  são criaturas bem estranhas e me deixam louca... Esse texto é apenas um desabafo e eu o fiz justamente porque sinto-me parte da Hungria, já tenho essa terra em tanta estima que começo a me revoltar e ficar indignada com certas atitudes.

No livro da vida.

sexta-feira, 25 de novembro de 2011


Para variar eu estava pensando na vida, na minha, na da minha família, na do resto do mundo e no que o mundo pensa da minha vida. Pensei também sobre as coisas que escrevo ou falo, sempre tão otimistas. Sou mesmo esse poço de otimismo? Essa sorte ambulante que tem uma vida perfeita? Eu abro meu livro para o mundo com que conteúdo?

Eu e o passarinho

sexta-feira, 21 de outubro de 2011

Ontem mesmo estava criticando o pessimismo húngaro, a mania de ver sempre o lado ruim das coisas. Não todos, porque a família do meu marido é muito positiva, mas tem uma grande parte que pensa totalmente distorcido, gostam de reclamar e apontar as coisas ruins, muitas vezes não enxergam o que tem:
-Olá Tia Clari! - Havia acabado de nascer a netinha dela. - Quanto nenêm tem na nossa rua ultimamente, não é? - pergunto com um grande sorriso, é claro.
-Pois é filha, estamos ficando velhos... - Essa foi a resposta, seguida da lista de velhinhos que morreram na rua. Meu Deus!!! Ainda não consigo entender como chegamos ao assunto morte, falando de nascimentos. Esse foi o exemplo mais claro que eu já vi do pessimismo, da mania de ver o lado ruim.