Desde
sempre - talvez por minha mania com filmes românticos, letras de música melosas
e poesias ou simplesmente pela natureza romântica de minha essência – fui inclinada
a acreditar em destino. Coincidências e fatos secos nunca tiveram crédito em
meu vocabulário, o que pode vir a me dar um título comum de sonhadora. Por
algum motivo, sempre acreditei na magia da vida como explicação para tudo o que
acontece e no amor, como função maior da existência humana. Que missão poderia
ser maior do que aprender a amar e ser amada? Carreira? Não, nunca acreditei na
carreira como parte do plano de vida e sim como instrumento para alcançar o que
realmente importa. Os céticos que me perdoem, mas, como porta-voz dos
sonhadores, tomo a carreira como peça de importância inferior a procura e
dedicação ao grande amor. Sim, grande amor, daqueles que parecem até bobos e
exagerados aos olhos desses mesmos céticos, mas que converte em um segundo,
esses mesmos olhos, ao mergulhar acidentalmente
em outros com tal sentimento.
Enloucrescendo
quinta-feira, 14 de fevereiro de 2013
Postado por Carol Szabadkai
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Zsombor
O Salto
quarta-feira, 6 de fevereiro de 2013
Postado por Carol Szabadkai
Mergulhada em afazeres e planos, o ano promete
ser corrido e cheio de acontecimentos. Por consequência são esperadas algumas
realizações também. São sonhos e esperanças de grandes realizações pessoais e profissionais.
Sobre o livro em si, da idéia de escrever um
livro sobre o início do relacionamento, que fora bem conturbado, com meu
esposo, nasceram velhos pensamentos e acontecimentos que estavam guardados embaixo
de todo pó e bagunça do dia-a-dia desses anos que se passaram. A cada cena
revivida, uma nova foi puxada: frases, idéias, planos e pequenos gestos, todos
trazidos a tona. Desse emaranhado de coisas trazidas ao presente, foi-se esticando
um enorme fio de uma história muito maior que a recordada até então. De um ano
planejado para ser contado em um livro, eis que estou em duas semanas contadas
em mais ou menos trezentas páginas, levando-me a um fim que me surpreendeu!
Como é possível isso? Não posso contar ainda, para não estragar a surpresa da
história real e íntima que venho contando. Tão íntima que vem me revelando
muita coisa. Minha memória tem agido como uma melhor amiga que faz questão de
contar e recontar detalhes, fazendo caras e bocas, mostrando de vários ângulos
e pontos de vista, pedindo minha compreensão, minha opinião.
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Terapia do amor
sexta-feira, 14 de dezembro de 2012
Postado por Carol Szabadkai
Num
casamento, uma das coisas mais importante é saber renovar e manter a paixão
entre o casal. Com o tempo, nos acostumamos com a presença daquela pessoa que nos tirava o
ar e fazia tudo parecer iluminado logo que víamos. Não me entendam mal, ainda
espero ansiosa o final do dia de trabalho e meu coração ainda dispara de
felicidade ao ver o carro estacionando na frente da casa e se tem algo que
fazemos muito bem, é isso: manter a paixão acesa. Mas é algo se deve-se lembrar
de cuidar, uma florzinha delicada que precisa da luz, da chama, para despertar todos
os dias.
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Voltas na calçada.
sexta-feira, 16 de novembro de 2012
Postado por Carol Szabadkai
Sonhei com
a infância no Brasil. Minha infância de “Sítio do pica-pau amarelo”, no sítio dos
meus avós, lugar onde todos os finais de
semanas e férias, eu, meu irmão e meus primos, criávamos aventuras incríveis dentro de um mundo mágico e cheio de poderes sobrenaturais.
O sítio era o mundo onde existiam portais para outros planetas, monstros, fadas, fantasmas, anjos e o bicho que tínhamos mais medo: O bicharraco. O bicharraco foi inventado pela minha avó, para que entrássemos na casa quando estava para escurecer e ela já havia gritado dez vezes, ouvindo sempre como resposta "mais um pouquinho", "já vai"... Então ela gritava - Olha o bicharraco! - e nós voávamos para dentro, com medo até de olhar pra trás.
Renúncias
quinta-feira, 11 de outubro de 2012
Postado por Carol Szabadkai
Não quero
uma vida de renúncias, quero uma vida de escolhas!
Não
renuncio a nenhuma possibilidade e sempre escolho o que me parece melhor, o que
me faz mais feliz, mais inteira, o que me deixa mais possibilidades para chegar
as outras opções desejadas também.
A
felicidade de um grupo (uma família, uma sociedade), começa sempre pela
própria. Só quem é feliz, pode espalhar felicidade. Assim como, só quem sabe,
pode espalhar sabedoria. Renúncia é arma para exércitos comandados, para soldados
que aprendem a fazer o que mandam, até matar sem pensar. Eu não renuncio à
minha opinião, à minha vontade própria.
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Sobre os amigos.
sexta-feira, 7 de setembro de 2012
Postado por Carol Szabadkai
Amigos vem,
amigos vão...
Não, não é bem assim, eles não se vão! No máximo se afastam por
pouco ou muito tempo, mas independente de tempo e espaço, um amigo não vai
embora, ele sempre deixa um pedacinho dele com a gente, uma centelha da luz que
um dia brilhou muito. Decidir ser amigo de alguém, é decidir fazer parte de sua vida.
Ser pai.
domingo, 12 de agosto de 2012
Postado por Carol Szabadkai
Pai, para
cada um traz um significado, um sentimento, uma lembrança diferente.
Pra mim, vem
com muitos significados maravilhosos, sentimentos gratificantes e lembranças
únicas, com os exemplos lindos do pai que foi meu avô, dos pais que, para mim, sempre
foram meus tios, do meu paizão - que arranjava tempo para brincar conosco,
soltar pipa, fazer piada, ler estórias imitando a vóz dos personagens, que deu
exemplos de honestidade e de que, sim, é possível vencer na vida por caminhos
éticos e que sempre se derreteu com meus abraços e beijos, não conseguindo,
assim, dizer não, nem quando não estava morrendo de vontade de me levar e
buscar da discoteca as quatro da madrugada - e do pai que meu marido se tornou.
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