Letras, palavras, frases, um código desconhecido e
intrigante, remetendo a outros tempos, outros lugares, aventuras, sonhos,
fantasias...
Vejo meu filho pra lá e pra cá, dia após dia, com um
livrinho ou outro na mão. Ele senta-se na poltrona ao lado da estante de
livros, pega um dos novos gibis do Tintin (papai comprou todos que viu pela
frente, já que os meninos gostaram tanto) e começa a brincar de ler. Aos quase
quatro anos de idade eu reconheço nele a vontade de ler que eu tinha, o
interesse pelos códigos misteriosos que revelam incríveis estórias, segredos
guardados somente para quem os sabe ler.




